Quando se quer....pode se fazer....
31 março 2010
27 março 2010
Sentimentos....
Sentir amor por alguém e não alcançar esse alguém, deveria ser proibido....
Saber que você quer esse alguém e ele não acreditar, é doloroso...
Enfim, o que se espera de bom quando tudo o que você precisa é estar com esta criatura e ela não entende que você esta sendo sincero?
É tão dificil assim aceitar ser amado?
Saber que você quer esse alguém e ele não acreditar, é doloroso...
Enfim, o que se espera de bom quando tudo o que você precisa é estar com esta criatura e ela não entende que você esta sendo sincero?
É tão dificil assim aceitar ser amado?
26 março 2010
Cana-de-açúcar vira matéria prima para fabricação de garrafa PET
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, participou nesta quinta-feira (25), no Rio de Janeiro, do lançamento da primeira garrafa PET feita a partir da cana-de-açúcar. Devido à origem parcialmente vegetal (30% à base da cana), a embalagem contribui para a diminuição de até 25% nas emissões de CO² geradas pela Coca-Cola, autora da iniciativa, e pode ajudar a impulsionar o setor sucro-alcooleiro no Brasil. De acordo com a empresa, a nova garrafa tem a comercialização prevista para abril nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre. Inicialmente, a versão ecológica da PET será feita nas embalagens de 500ml e 600 ml. Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle, como está sendo chamada a nova embalagem, é 100% reciclável e vai participar da cadeia de reaproveitamento de materiais no País.
Hoje, 55% das PETs são recicladas. A expectativa é de que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução do uso de mais de cinco mil barris de petróleo e, até 2020, a produção seja da PET seja feita com 100% da resina de cana. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e há a expectativa de que outros fabricantes e países possam aderir à iniciativa, que em todo o mundo será fabricada com etanol brasileiro. Segundo os dirigentes da empresa, a cana-de-açúcar utilizada para produzir as garrafas provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica. O plástico da embalagem é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso, e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes. O lançamento da garrafa também está alinhado com a campanha "Consumo Consciente de Embalagens", do Ministério do Meio Ambiente. A campanha oficial tem cunho educacional e sugere atitudes e boas práticas para consumidores e empresas, no sentido do uso cada vez mais racional, consciente e responsável das embalagens.
(Fonte: MMA)
Hoje, 55% das PETs são recicladas. A expectativa é de que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução do uso de mais de cinco mil barris de petróleo e, até 2020, a produção seja da PET seja feita com 100% da resina de cana. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e há a expectativa de que outros fabricantes e países possam aderir à iniciativa, que em todo o mundo será fabricada com etanol brasileiro. Segundo os dirigentes da empresa, a cana-de-açúcar utilizada para produzir as garrafas provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica. O plástico da embalagem é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso, e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes. O lançamento da garrafa também está alinhado com a campanha "Consumo Consciente de Embalagens", do Ministério do Meio Ambiente. A campanha oficial tem cunho educacional e sugere atitudes e boas práticas para consumidores e empresas, no sentido do uso cada vez mais racional, consciente e responsável das embalagens.
(Fonte: MMA)
23 março 2010
Cavalo-marinho macho "grávido" controla aborto...
Parecia um caso raro e reconfortante de feminismo no reino animal: o macho que ficava "grávido", tirando esse peso dos ombros da fêmea. Mas pesquisadores nos EUA acabam de demonstrar que o suposto altruísmo dos cavalos-marinhos do sexo masculino é acompanhado pela manipulação e pelo aborto seletivo dos embriões que eles carregam na barriga.
"O que antes era visto como uma parceria igualitária entre machos e fêmeas, ambos investindo pesado em seus filhotes, tomou as feições de um conflito sexual oculto", resume Anders Berglund, do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Uppsala (Suécia), que comentou a descoberta para a revista científica "Nature". As revelações sobre a verdadeira face da gravidez nesses peixes foram publicadas na mesma edição da "Nature" por dois cientistas da Universidade A&M do Texas, Kimberly Paczolt e Adam Jones. A dupla estudou um tipo esguio de cavalo-marinho, a espécie Syngnathus scovelli, ou peixe-cachimbo.
A suspeita de que algo não muito agradável estaria ocorrendo em algumas gestações veio da constatação de que o papai grávido tanto pode enviar nutrientes para os embriões quanto sugar substâncias dos filhotes, o que poderia lhes fazer mal.
Acasalamento controlado - Em laboratório, os cientistas manipularam os acasalamentos da espécie. Na natureza, cada macho recebe os ovos de apenas uma fêmea por gestação, embora cada fêmea possa "engravidar" vários machos. Já nos aquários da universidade, tanto machos quanto fêmeas ficavam com apenas um parceiro. A gravidez era monitorada e havia uma rodada seguinte, na qual havia uma nova gestação. Os pesquisadores verificaram, primeiro, que as ninhadas maiores e mais saudáveis vinham quando os machos se acasalavam com fêmeas grandes e de boa saúde. Viram também que, quando o macho se unia a uma dessas fêmeas de "alta qualidade" e depois tinha de se acasalar com uma menorzinha, acabavam nascendo muito menos filhotes da união. Ao que parece, afirmam eles, os "grávidos" usam mecanismos de aborto seletivo para eliminar ou absorver os ovos pouco viáveis e garantir o maior número possível de filhotes de alto nível.
(Fonte: Folha Online)
"O que antes era visto como uma parceria igualitária entre machos e fêmeas, ambos investindo pesado em seus filhotes, tomou as feições de um conflito sexual oculto", resume Anders Berglund, do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Uppsala (Suécia), que comentou a descoberta para a revista científica "Nature". As revelações sobre a verdadeira face da gravidez nesses peixes foram publicadas na mesma edição da "Nature" por dois cientistas da Universidade A&M do Texas, Kimberly Paczolt e Adam Jones. A dupla estudou um tipo esguio de cavalo-marinho, a espécie Syngnathus scovelli, ou peixe-cachimbo.
A suspeita de que algo não muito agradável estaria ocorrendo em algumas gestações veio da constatação de que o papai grávido tanto pode enviar nutrientes para os embriões quanto sugar substâncias dos filhotes, o que poderia lhes fazer mal.
Acasalamento controlado - Em laboratório, os cientistas manipularam os acasalamentos da espécie. Na natureza, cada macho recebe os ovos de apenas uma fêmea por gestação, embora cada fêmea possa "engravidar" vários machos. Já nos aquários da universidade, tanto machos quanto fêmeas ficavam com apenas um parceiro. A gravidez era monitorada e havia uma rodada seguinte, na qual havia uma nova gestação. Os pesquisadores verificaram, primeiro, que as ninhadas maiores e mais saudáveis vinham quando os machos se acasalavam com fêmeas grandes e de boa saúde. Viram também que, quando o macho se unia a uma dessas fêmeas de "alta qualidade" e depois tinha de se acasalar com uma menorzinha, acabavam nascendo muito menos filhotes da união. Ao que parece, afirmam eles, os "grávidos" usam mecanismos de aborto seletivo para eliminar ou absorver os ovos pouco viáveis e garantir o maior número possível de filhotes de alto nível.
(Fonte: Folha Online)
20 março 2010
18 março 2010
Energia nos jogos da Copa de 2014 pode ser garantida por biocombustível
O biocombustível de soja pode ser utilizado como principal fonte de energia nos jogos da Copa do Mundo no Brasil e pode ser utilizado com total segurança pelos meios de comunicação, sem risco de interrupção no fornecimento durante os eventos. Essa foi uma das propostas apresentadas no seminário A Copa do Mundo de 2014 – Normatização para Obras Sustentáveis, que reuniu empresários de diversas áreas no Senado por dois dias e terminou na quarta-feira (17), por iniciativa da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle. A defesa do biocombustível como fonte de energia na Copa foi feita pelo empresário Silvio de Oliveira, fabricante de motores de caminhão e que montou uma usina de biocombustível com capacidade para produzir 15 mil litros por dia no interior de São Paulo, para consumo próprio à base de gordura de frangos abatidos no frigorífico do mesmo grupo empresarial.
De acordo com Silvio Oliveira, eventos como os jogos da Copa do Mundo não podem depender do fornecimento convencional de energia elétrica pelas empresas concessionárias, devido ao risco de apagão repentino. Num caso desses, os geradores de emergência entram em ação, mas levam pelo menos 15 segundos para restabelecer a energia, o que causaria sérios prejuízos às transmissões. Assim, a proposta é que os geradores a biocombustível garantam a energia e o sistema convencional funcione como fonte secundária. “Isso seria mais prático, mais seguro e daria tranquilidade para todo mundo que estivesse trabalhando ou assistindo aos jogos”, diz o industrial. Ele estima que a Copa do Mundo gastaria cerca de 2 bilhões de litros de biocombustível, caso fosse totalmente realizada com este combustível como sua principal fonte energética. Segundo ele, não haveria problemas para isso, porque, hoje, o país produz 5% (2,2 bilhões de litros) de biocombustível dos 44 bilhões de litros de diesel que consome por ano e pretende chegar a 20%, podendo estar próximo disso em 2014.
O objetivo do seminário foi recolher sugestões para elaboração de projeto de lei que defina normas sobre sustentabilidade das obras destinadas à realização do Mundial de 2014 e das demais competições internacionais que serão realizadas no Brasil nos próximos anos, como a Copa das Confederações, em 2011, e as Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016. Um dos palestrantes de hoje demonstrou as vantagens de lâmpadas que economizam energia na iluminação pública e de ambientes como os estádios de futebol. A senadora Marisa Serrano, presidente em exercício da comissão, disse que o Senado tem a função de “facilitar a legislação para a utilização de ideias mais modernas e implementá-las”, como o uso do biocombustível, que considerou uma possibilidade de gerar emprego e renda para o país, além de ter na Copa do Mundo uma vitrine para esse tipo de energia, “que talvez possa ser o começo de uma utilização mais eficaz nessa questão no nosso país”.
(Fonte: Agência Brasil)
De acordo com Silvio Oliveira, eventos como os jogos da Copa do Mundo não podem depender do fornecimento convencional de energia elétrica pelas empresas concessionárias, devido ao risco de apagão repentino. Num caso desses, os geradores de emergência entram em ação, mas levam pelo menos 15 segundos para restabelecer a energia, o que causaria sérios prejuízos às transmissões. Assim, a proposta é que os geradores a biocombustível garantam a energia e o sistema convencional funcione como fonte secundária. “Isso seria mais prático, mais seguro e daria tranquilidade para todo mundo que estivesse trabalhando ou assistindo aos jogos”, diz o industrial. Ele estima que a Copa do Mundo gastaria cerca de 2 bilhões de litros de biocombustível, caso fosse totalmente realizada com este combustível como sua principal fonte energética. Segundo ele, não haveria problemas para isso, porque, hoje, o país produz 5% (2,2 bilhões de litros) de biocombustível dos 44 bilhões de litros de diesel que consome por ano e pretende chegar a 20%, podendo estar próximo disso em 2014.
O objetivo do seminário foi recolher sugestões para elaboração de projeto de lei que defina normas sobre sustentabilidade das obras destinadas à realização do Mundial de 2014 e das demais competições internacionais que serão realizadas no Brasil nos próximos anos, como a Copa das Confederações, em 2011, e as Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016. Um dos palestrantes de hoje demonstrou as vantagens de lâmpadas que economizam energia na iluminação pública e de ambientes como os estádios de futebol. A senadora Marisa Serrano, presidente em exercício da comissão, disse que o Senado tem a função de “facilitar a legislação para a utilização de ideias mais modernas e implementá-las”, como o uso do biocombustível, que considerou uma possibilidade de gerar emprego e renda para o país, além de ter na Copa do Mundo uma vitrine para esse tipo de energia, “que talvez possa ser o começo de uma utilização mais eficaz nessa questão no nosso país”.
(Fonte: Agência Brasil)
11 março 2010
Chá de papaia possui alto poder anticancerígeno...
O chá do extrato de e folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhuma toxidade, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida (UF) divulgada nesta terça-feira (9). O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancerígenos da papaia sobre o câncer de útero, de mama, fígado, pulmão e pâncreas, através de testes em laboratório com uma ampla variedade de tumores. Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancerígenos eram mais fortes quando as células recebiam maiores doses de chá, disse a UF.
Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1. Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade. Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou. Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de células cancerígenas e as expuseram a quatro graus de concentração de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos após esse tempo. A concentração reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o estudo. A pesquisa também foi publicada na edição de fevereiro do Jornal de Etnofarmacologia, informou a UF.
(Fonte: G1)
Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1. Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade. Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou. Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de células cancerígenas e as expuseram a quatro graus de concentração de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos após esse tempo. A concentração reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o estudo. A pesquisa também foi publicada na edição de fevereiro do Jornal de Etnofarmacologia, informou a UF.
(Fonte: G1)
08 março 2010
Novidade....Chinesa cria celular movido a coca-cola
Bateria do aparelho tem vida-útil três vezes maior e elimina apenas oxigênio e água
Tem gente que diz que ela desentope pia e vira até bomba se misturada com mentos. Mas a designer chinesa Daizi Zheng descobriu um uso muito mais “do bem” – e cientificamente comprovado - para a coca-cola: ser carregador de um celular verde. O aparelho que Daizi desenvolveu para a Nokia tem a vantagem de dispensar o lítio das baterias – componente que é caro, prejudicial ao meio ambiente e difícil de eliminar. Sem contar que pode ser facilmente carregado em qualquer lugar que tenha uma vendinha ou um bar por perto.
A bateria do celular tem um sistema capaz de extrair energia limpa de bebidas açucaradas, usando enzimas como catalizadores. Em seu site, Daizi diz que ela teria uma vida-útil de três a quatro vezes maior do que as baterias usadas por celulares comuns. Além disso, o equipamento é todo biodegradável. Depois do fim da bateria, tudo o que você teria de resíduos são oxigênio e água.
“O conceito é baseado na ideia de criar um ambiente livre de poluição, utilizando bio-baterias como alternativa às baterias convencionais”, diz Daizi. “Um novo jeito de olhar as baterias e também o lanche da tarde”.
por Redação Galileu
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI124177-17770,00-CHINESA+CRIA+CELULAR+MOVIDO+A+COCACOLA.html
Tem gente que diz que ela desentope pia e vira até bomba se misturada com mentos. Mas a designer chinesa Daizi Zheng descobriu um uso muito mais “do bem” – e cientificamente comprovado - para a coca-cola: ser carregador de um celular verde. O aparelho que Daizi desenvolveu para a Nokia tem a vantagem de dispensar o lítio das baterias – componente que é caro, prejudicial ao meio ambiente e difícil de eliminar. Sem contar que pode ser facilmente carregado em qualquer lugar que tenha uma vendinha ou um bar por perto.
A bateria do celular tem um sistema capaz de extrair energia limpa de bebidas açucaradas, usando enzimas como catalizadores. Em seu site, Daizi diz que ela teria uma vida-útil de três a quatro vezes maior do que as baterias usadas por celulares comuns. Além disso, o equipamento é todo biodegradável. Depois do fim da bateria, tudo o que você teria de resíduos são oxigênio e água.
“O conceito é baseado na ideia de criar um ambiente livre de poluição, utilizando bio-baterias como alternativa às baterias convencionais”, diz Daizi. “Um novo jeito de olhar as baterias e também o lanche da tarde”.
por Redação Galileu
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI124177-17770,00-CHINESA+CRIA+CELULAR+MOVIDO+A+COCACOLA.html
24 fevereiro 2010
Recém-nascidos são sensíveis à harmonia das notas musicais
Os recém-nascidos são sensíveis à harmonia das notas musicais e capazes de reconhecer as dissonâncias e mudanças de tom já nos primeiros dias de vida, segundo um estudo da Universidade Vita-Salute del San Raffaele de Milão, na Itália. Os autores do estudo, publicado nesta terça-feira (23) na revista científica americana Pnas, apresentaram três trechos de músicas de 21 segundos de duração a 18 recém-nascidos. O primeiro era um trecho para piano. O segundo era o mesmo trecho, mas com algumas notas em um tom acima. E o terceiro, totalmente dissonante.
Enquanto os bebês ouviam os trechos, seus cérebros foram submetidos a uma ressonância magnética que permitiu conferir quais partes do cérebro são ativadas durante o tratamento das informações.
Resultado: em todos os bebês, o hemisfério direito do cérebro entrou em atividade, em particular as mesmas zonas que são ativadas durante a apresentação de trechos de músicas para adultos. Durante a execução dos trechos modificados, a ativação do hemisfério direito foi mais fraca, enquanto que uma zona do hemisfério esquerdo foi ativada, explicaram os pesquisadores.
"Esses resultados mostram que o cérebro dos recém-nascidos é capaz de perceber música desde as primeiras horas após o nascimento. Além disso, eles já conseguem reconhecer as dissonâncias e as mudanças de tom."
Esta pesquisa poderá contribuir para determinar se a percepção da música é inata ou fruto do ambiente, de acordo com os autores do estudo.
(Fonte: Portal R7)
Enquanto os bebês ouviam os trechos, seus cérebros foram submetidos a uma ressonância magnética que permitiu conferir quais partes do cérebro são ativadas durante o tratamento das informações.
Resultado: em todos os bebês, o hemisfério direito do cérebro entrou em atividade, em particular as mesmas zonas que são ativadas durante a apresentação de trechos de músicas para adultos. Durante a execução dos trechos modificados, a ativação do hemisfério direito foi mais fraca, enquanto que uma zona do hemisfério esquerdo foi ativada, explicaram os pesquisadores.
"Esses resultados mostram que o cérebro dos recém-nascidos é capaz de perceber música desde as primeiras horas após o nascimento. Além disso, eles já conseguem reconhecer as dissonâncias e as mudanças de tom."
Esta pesquisa poderá contribuir para determinar se a percepção da música é inata ou fruto do ambiente, de acordo com os autores do estudo.
(Fonte: Portal R7)
18 fevereiro 2010
12 fevereiro 2010
Cientistas decifram genoma de erva do bioetanol...
O genoma de uma erva de regiões temperadas, prima de uma planta utilizada para a produção de bioetanol, foi sequenciado, o que pode colaborar para as pesquisas sobre cereais como o trigo, a aveia e o centeio, revelou um estudo publicado na quarta-feira (10). A Brachypodium distachyon, erva selvagem originária das regiões mediterrâneas e do Oriente Médio, "tem pouca importância para a agricultura e não tem grande valor econômico". Mas o sequenciamento de seu genoma torna possível obter informações sobre plantas "muito importantes para a alimentação mundial", apontou a Universidade do Estado de Oregon (OSU), nos Estados Unidos, em um comunicado.
Segundo a análise comparada dos genomas, o arroz, o sorgo e a Brachypodium possuem 13.580 genes comuns, conservados ao longo da evolução. Estes genes ancestrais, cuja função é conhecida, poderiam ser compartilhados por uma planta prima da Brachypodium, a switchgrass (Panicum virgatum, uma gramínea), que pode ser usada na produção de etanol. Modificações genéticas podem, desta maneira acelerar seu crescimento e fazer com que a celulose seja mais facilmente diluível no álcool. Os resultados desse vasto programa de sequenciamento, do qual participaram dezenas de laboratórios americanos, europeus, chineses e sul-coreanos, foram publicados na revista científica "Nature".
Os genomas do milho, do arroz e do sorgo já haviam sido decifrados. A Brachypodium pertence a outra subfamília de gramíneas, a dos Pooideae (que inclui mais de 3.000 espécies, entre elas o trigo e o centeio). Muitas destas plantas apresentam um genoma enorme (17 bilhões de bases para o trigo, cinco vezes mais que o genoma humano), enquanto o da Brachypodium é bastante compacto (272 milhões de pares de bases), o que facilitou seu sequenciamento. "São plantas de fácil cultivo, fáceis de manipular geneticamente, fáceis de estudar e que apresentam um curto ciclo de vida", explicou em um comunicado Todd Mockler, um dos pesquisadores que coordenou o sequenciamento.
Os dados genéticos obtidos pelo sequenciamento da Brachypodium tornarão possível "melhorar plantas de grande valor agrícola, como o trigo", indicou por sua vez James Carrington, da OSU. " Assim, poderemos aumentar nosso conhecimento para tentar melhorar a produção de bioetanol", disse Jérôme Salse, do Instituto Francês de Pesquisa Agrônoma (INRA).
(Fonte: Folha Online)
Segundo a análise comparada dos genomas, o arroz, o sorgo e a Brachypodium possuem 13.580 genes comuns, conservados ao longo da evolução. Estes genes ancestrais, cuja função é conhecida, poderiam ser compartilhados por uma planta prima da Brachypodium, a switchgrass (Panicum virgatum, uma gramínea), que pode ser usada na produção de etanol. Modificações genéticas podem, desta maneira acelerar seu crescimento e fazer com que a celulose seja mais facilmente diluível no álcool. Os resultados desse vasto programa de sequenciamento, do qual participaram dezenas de laboratórios americanos, europeus, chineses e sul-coreanos, foram publicados na revista científica "Nature".
Os genomas do milho, do arroz e do sorgo já haviam sido decifrados. A Brachypodium pertence a outra subfamília de gramíneas, a dos Pooideae (que inclui mais de 3.000 espécies, entre elas o trigo e o centeio). Muitas destas plantas apresentam um genoma enorme (17 bilhões de bases para o trigo, cinco vezes mais que o genoma humano), enquanto o da Brachypodium é bastante compacto (272 milhões de pares de bases), o que facilitou seu sequenciamento. "São plantas de fácil cultivo, fáceis de manipular geneticamente, fáceis de estudar e que apresentam um curto ciclo de vida", explicou em um comunicado Todd Mockler, um dos pesquisadores que coordenou o sequenciamento.
Os dados genéticos obtidos pelo sequenciamento da Brachypodium tornarão possível "melhorar plantas de grande valor agrícola, como o trigo", indicou por sua vez James Carrington, da OSU. " Assim, poderemos aumentar nosso conhecimento para tentar melhorar a produção de bioetanol", disse Jérôme Salse, do Instituto Francês de Pesquisa Agrônoma (INRA).
(Fonte: Folha Online)
29 janeiro 2010
21 janeiro 2010
20 janeiro 2010
É preciso prestar atenção!!!
Três municípios paulistas registram mais de 900 casos de dengue em janeiro...
Não é somente nesses municipios que o perigo ocorre.....
Os municípios de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Araçatuba, no interior paulista, registraram 924 casos de dengue nos 19 primeiros dias de janeiro. O número é 15 vezes maior do que os 60 casos contabilizados pela Secretaria Estadual de Saúde nas três cidades no mesmo mês do ano passado. O número representa um terço do número de pessoas que contraíram dengue nesses municípios em 2008, que foi de 2.709. Em todo o estado, foram registrados 7.547 casos de dengue no ano passado e 7.187 em 2008. Araçatuba confirmou 335 casos da doença neste mês, enquanto em 2008 havia registrado apenas um doente em janeiro, e 209 durante todo o ano. Para combater o problema, funcionários da prefeitura estão realizando mutirões de limpeza em locais de proliferação do mosquito Aedes aegipty, transmissor do vírus causador da dengue. Esses grupos também buscam orientar a população sobre a importância de evitar acúmulo de água parada para prevenir a reprodução do mosquito. A Diretoria de Vigilância em Saúde de São José do Rio Preto confirmou 452 casos da doença na primeira quinzena de 2010, mais da metade dos 968 contabilizados ao longo do ano passado. A diretoria informou ainda que começaram a ser adotadas as medidas para destruir os criadouros das larvas do mosquito e a aplicação de inseticida para eliminação do inseto adulto. Em Ribeirão Preto, foram contabilizados 137 casos. Em janeiro do ano passado, foram 39 os casos e 1.532 em todo o ano. Segundo a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Maria Luiza Santa Maria, existe uma “situação epidêmica” localizada na zona leste da cidade. Por isso, ela ressaltou que o órgão está buscando localizar rapidamente os casos para poder tratar adequadamente os doentes mais graves.No último mês de novembro, o Ministério da Saúde realizou o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) que colocou dez municípios paulistas em alerta para surto de dengue. Segundo a pesquisa, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Guarulhos, Marília, Santos, São José do Rio Preto, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Sebastião estavam com níveis de infestação por larvas do mosquito acima dos considerados seguros. Segundo o ministério, o alto índice de chuvas e as altas temperaturas são fatores que podem ter contribuído para o aumento da infestação. No entanto, o órgão ressaltou que à época não era possível “correlacionar o aumento somente a estas variáveis climáticas”.
(Fonte: Agência Brasil)
Não é somente nesses municipios que o perigo ocorre.....
Os municípios de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Araçatuba, no interior paulista, registraram 924 casos de dengue nos 19 primeiros dias de janeiro. O número é 15 vezes maior do que os 60 casos contabilizados pela Secretaria Estadual de Saúde nas três cidades no mesmo mês do ano passado. O número representa um terço do número de pessoas que contraíram dengue nesses municípios em 2008, que foi de 2.709. Em todo o estado, foram registrados 7.547 casos de dengue no ano passado e 7.187 em 2008. Araçatuba confirmou 335 casos da doença neste mês, enquanto em 2008 havia registrado apenas um doente em janeiro, e 209 durante todo o ano. Para combater o problema, funcionários da prefeitura estão realizando mutirões de limpeza em locais de proliferação do mosquito Aedes aegipty, transmissor do vírus causador da dengue. Esses grupos também buscam orientar a população sobre a importância de evitar acúmulo de água parada para prevenir a reprodução do mosquito. A Diretoria de Vigilância em Saúde de São José do Rio Preto confirmou 452 casos da doença na primeira quinzena de 2010, mais da metade dos 968 contabilizados ao longo do ano passado. A diretoria informou ainda que começaram a ser adotadas as medidas para destruir os criadouros das larvas do mosquito e a aplicação de inseticida para eliminação do inseto adulto. Em Ribeirão Preto, foram contabilizados 137 casos. Em janeiro do ano passado, foram 39 os casos e 1.532 em todo o ano. Segundo a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Maria Luiza Santa Maria, existe uma “situação epidêmica” localizada na zona leste da cidade. Por isso, ela ressaltou que o órgão está buscando localizar rapidamente os casos para poder tratar adequadamente os doentes mais graves.No último mês de novembro, o Ministério da Saúde realizou o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) que colocou dez municípios paulistas em alerta para surto de dengue. Segundo a pesquisa, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Guarulhos, Marília, Santos, São José do Rio Preto, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Sebastião estavam com níveis de infestação por larvas do mosquito acima dos considerados seguros. Segundo o ministério, o alto índice de chuvas e as altas temperaturas são fatores que podem ter contribuído para o aumento da infestação. No entanto, o órgão ressaltou que à época não era possível “correlacionar o aumento somente a estas variáveis climáticas”.
(Fonte: Agência Brasil)
17 janeiro 2010
02 janeiro 2010
28 dezembro 2009
22 dezembro 2009
17 dezembro 2009
A insistência no uso de câmaras de bronzeamento...
Liminares concedidas pela Justiça autorizam três empresas do Sul do país a usar câmaras de bronzeamento artificial. A prática está proibida no Brasil desde 11 de novembro, por uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
A última decisão foi expedida pela Justiça Federal do Paraná, que permitiu, na sexta-feira passada, que um centro de estética de Londrina (379 km de Curitiba) faça o procedimento. O juiz federal Gilson Luiz Inacio diz que faltam "critérios técnicos suficientemente sólidos" que justifiquem a "gravidade da medida". Para o magistrado, o estudo da Organização Mundial da Saúde citado pela Anvisa na resolução não é suficiente para fundamentar a proibição, já que o conteúdo "sequer foi mencionado" e que não há dados científicos objetivos.
Segundo a Anvisa, o estudo aponta que o bronzeamento artificial aumenta em 75% o risco de câncer de pele. O magistrado também diz que a proibição de qualquer prática no país só poderia ser autorizada por lei e que a Anvisa deveria ter estipulado limites de exposição às câmaras, em vez de proibi-las. A Anvisa afirmou que irá recorrer da liminar e que outras decisões têm mantido o entendimento da agência. A clínica de Londrina voltou a oferecer o bronzeamento na terça-feira (15). "O pessoal vibrou", diz o proprietário, Messias Fagundes Leitão. Segundo ele, o serviço responde por 25% do faturamento da empresa, que tem 22 anos e há nove oferece bronzeamento artificial. As outras duas empresas que conseguiram autorização são de Porto Alegre.
(Fonte: Folha Online)
A última decisão foi expedida pela Justiça Federal do Paraná, que permitiu, na sexta-feira passada, que um centro de estética de Londrina (379 km de Curitiba) faça o procedimento. O juiz federal Gilson Luiz Inacio diz que faltam "critérios técnicos suficientemente sólidos" que justifiquem a "gravidade da medida". Para o magistrado, o estudo da Organização Mundial da Saúde citado pela Anvisa na resolução não é suficiente para fundamentar a proibição, já que o conteúdo "sequer foi mencionado" e que não há dados científicos objetivos.
Segundo a Anvisa, o estudo aponta que o bronzeamento artificial aumenta em 75% o risco de câncer de pele. O magistrado também diz que a proibição de qualquer prática no país só poderia ser autorizada por lei e que a Anvisa deveria ter estipulado limites de exposição às câmaras, em vez de proibi-las. A Anvisa afirmou que irá recorrer da liminar e que outras decisões têm mantido o entendimento da agência. A clínica de Londrina voltou a oferecer o bronzeamento na terça-feira (15). "O pessoal vibrou", diz o proprietário, Messias Fagundes Leitão. Segundo ele, o serviço responde por 25% do faturamento da empresa, que tem 22 anos e há nove oferece bronzeamento artificial. As outras duas empresas que conseguiram autorização são de Porto Alegre.
(Fonte: Folha Online)
03 dezembro 2009
Jovens criam material biodegradável para substituir isopor...
O poliestireno, mais conhecido em sua forma expandida como o popular isopor, conta agora com a concorrência de um novo material biodegradável inventado por dois jovens em Nova York. Composto por raízes de fungos e resíduos agrícolas, este novo material pode ser moldado em qualquer forma, tem baixo custo de produção e pode ser reutilizado ou aplicado como fertilizante, disse à Agência Efe Eben Bayer, um dos dois inventores do "EcoCradle". O poliestireno é um material não reciclável ou degradável, derivado do petróleo e cujos principais consumidores são China e Europa. Sua produção mundial chega a 35 milhões de toneladas anuais. Mais de 70% dessa carga é usada na construção civil. Os maiores participantes globais do mercado do poliestireno são Dow Chemical, Totalfina Elf, BASF, Nova Innovene, Chevron Philips, PS Japan, Ineos Styrenics e Polimeri Europa. O desafio a esta indústria multimilionária vem da ideia de Bayer e Gavin McIntyre, ambos graduados pelo instituto politécnico Rensselaer, em Nova York. A dupla já tem 100 mil unidades do "EcoCradle" encomendadas para 2010.
"Empregamos produtos derivados ou desprezados da agricultura que sequer servem para a alimentação dos animais", disse Bayer à Efe em uma conversa por telefone.Segundo ele, "o que produzimos é um material alternativo ao poliestireno, que tem o mesmo desempenho físico, mas é degradável no meio ambiente, ou pode ser reciclado".
O composto é feito com pequenas raízes de fungos chamados micélio e resíduos agrícolas como a casca de arroz, trigo ou sementes do algodão. Bayer cresceu em uma fazenda do estado americano de Vermont onde ele e seu pai colhiam fungos silvestres. Durante sua adolescência, passou a reparar que as raízes dos fungos aglomeram pedaços de folhas e madeira, e se perguntou se isso poderia ter alguma aplicação útil. McIntyre achou a ideia interessante e os dois começaram a testa diferentes tipos de fungos até determinar quais possuem as raízes mais fortes. Depois, testaram essas raízes com diferentes produtos residuais. Em poucos dias, descobriram que as pequenas raízes dos fungos se transformavam em uma massa densa de fibras que dão ao composto um sustento estrutural. Bayer e McIntyre abriram sua empresa, a Ecovative, com pouco mais do que uma boa ideia. Agora, já patentearam o produto em 30 países e receberam apoio da Agência de Proteção Ambiental, do Departamento de Agricultura e da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
(Fonte: Yahoo!)
"Empregamos produtos derivados ou desprezados da agricultura que sequer servem para a alimentação dos animais", disse Bayer à Efe em uma conversa por telefone.Segundo ele, "o que produzimos é um material alternativo ao poliestireno, que tem o mesmo desempenho físico, mas é degradável no meio ambiente, ou pode ser reciclado".
O composto é feito com pequenas raízes de fungos chamados micélio e resíduos agrícolas como a casca de arroz, trigo ou sementes do algodão. Bayer cresceu em uma fazenda do estado americano de Vermont onde ele e seu pai colhiam fungos silvestres. Durante sua adolescência, passou a reparar que as raízes dos fungos aglomeram pedaços de folhas e madeira, e se perguntou se isso poderia ter alguma aplicação útil. McIntyre achou a ideia interessante e os dois começaram a testa diferentes tipos de fungos até determinar quais possuem as raízes mais fortes. Depois, testaram essas raízes com diferentes produtos residuais. Em poucos dias, descobriram que as pequenas raízes dos fungos se transformavam em uma massa densa de fibras que dão ao composto um sustento estrutural. Bayer e McIntyre abriram sua empresa, a Ecovative, com pouco mais do que uma boa ideia. Agora, já patentearam o produto em 30 países e receberam apoio da Agência de Proteção Ambiental, do Departamento de Agricultura e da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
(Fonte: Yahoo!)
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