Um vídeo interessante, falando sobre como a tecnologia não resolve quando não se muda a metodologia....
25 maio 2008
Tratamento virtual
Pessoas com lesões cerebrais tem mais uma ferramenta para auxiliar em sua recuperação como descrito neste artigo da revista ciência hoje.....
Programas de computador que simulam situações cotidianas vêm sendo usados com sucesso no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para o tratamento de pacientes que sofreram lesões cerebrais graves provocadas por acidente vascular cerebral (AVC) ou traumatismo crânio-encefálico. Inspirado em jogos como Sims e Second Life, o tratamento consiste na criação de ambientes virtuais em que os pacientes são estimulados a realizar simples tarefas do cotidiano. Dessa forma, são treinadas funções físicas e psicológicas como atenção, concentração, capacidade de compreensão, raciocínio, memória e coordenação motora – habilidades afetadas pelas doenças neurodegenerativas em questão. O programa simula dois ambientes virtuais: uma casa e um supermercado. Com uma lista de compras e certa quantidade de dinheiro, o paciente deve comprar alguns itens no supermercado. Já na casa, ele pode acender ou apagar lâmpadas, ligar a televisão, o aparelho de som, o computador. A neuropsicóloga Lídia Cardoso, coordenadora do projeto e do Laboratório de Neuropsicologia e Cognição da UFRJ, aponta a vantagem da utilização desse tipo de jogo: “Os programas, de uma maneira ou de outra, forçam os pacientes a ter noção de planejamento, orientação espacial, raciocínio lógico. Apesar de não haver cura, pessoas com lesões cerebrais submetidas a essa forma de terapia apresentam significativa melhora na realização das tarefas diárias, reduzindo as seqüelas resultantes das lesões e podendo até retornar ao mercado de trabalho”, diz Cardoso. O projeto, iniciado em 2005, conta atualmente com cerca de 100 pacientes. O tratamento, que costuma durar em torno de um ano, é realizado de uma a duas vezes por semana no próprio hospital universitário, com sessões diárias de 30 minutos em média, dependendo do estado do paciente.
Níveis de dificuldade
Para selecionar aqueles que serão submetidos à terapia, é realizada uma série de exames neuropsicológicos que determinam quais foram as seqüelas sofridas e como elas podem afetar as habilidades e atividades diárias do paciente. Dependendo de cada caso, alunos do Instituto de Matemática da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) elaboram jogos com diferentes situações e níveis de dificuldade. A terapia tem início com jogos em 2D (duas dimensões) e, após um mês, evolui para jogos tridimensionais em universos virtuais. Devido à falta de espaço e infra-estrutura, pacientes com outras doenças neurológicas, como demência e Alzheimer, por exemplo, não estão incluídos no tratamento. “A ampliação do número de pacientes e das doenças tratadas é um dos alvos do projeto para o futuro”, revela Cardoso. Outras novidades em vista são o aumento da complexidade dos jogos e a criação de novos espaços virtuais, além da possibilidade de os jogos serem, assim como seus similares, acessados nos computadores pessoais dos pacientes. “Iniciar o tratamento de crianças também faz parte de nossos objetivos”, completa a neuropsicóloga.
Por Rachel Rimas Ciência Hoje/RJ
http://cienciahoje.uol.com.br/119664
Programas de computador que simulam situações cotidianas vêm sendo usados com sucesso no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para o tratamento de pacientes que sofreram lesões cerebrais graves provocadas por acidente vascular cerebral (AVC) ou traumatismo crânio-encefálico. Inspirado em jogos como Sims e Second Life, o tratamento consiste na criação de ambientes virtuais em que os pacientes são estimulados a realizar simples tarefas do cotidiano. Dessa forma, são treinadas funções físicas e psicológicas como atenção, concentração, capacidade de compreensão, raciocínio, memória e coordenação motora – habilidades afetadas pelas doenças neurodegenerativas em questão. O programa simula dois ambientes virtuais: uma casa e um supermercado. Com uma lista de compras e certa quantidade de dinheiro, o paciente deve comprar alguns itens no supermercado. Já na casa, ele pode acender ou apagar lâmpadas, ligar a televisão, o aparelho de som, o computador. A neuropsicóloga Lídia Cardoso, coordenadora do projeto e do Laboratório de Neuropsicologia e Cognição da UFRJ, aponta a vantagem da utilização desse tipo de jogo: “Os programas, de uma maneira ou de outra, forçam os pacientes a ter noção de planejamento, orientação espacial, raciocínio lógico. Apesar de não haver cura, pessoas com lesões cerebrais submetidas a essa forma de terapia apresentam significativa melhora na realização das tarefas diárias, reduzindo as seqüelas resultantes das lesões e podendo até retornar ao mercado de trabalho”, diz Cardoso. O projeto, iniciado em 2005, conta atualmente com cerca de 100 pacientes. O tratamento, que costuma durar em torno de um ano, é realizado de uma a duas vezes por semana no próprio hospital universitário, com sessões diárias de 30 minutos em média, dependendo do estado do paciente.
Níveis de dificuldade
Para selecionar aqueles que serão submetidos à terapia, é realizada uma série de exames neuropsicológicos que determinam quais foram as seqüelas sofridas e como elas podem afetar as habilidades e atividades diárias do paciente. Dependendo de cada caso, alunos do Instituto de Matemática da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) elaboram jogos com diferentes situações e níveis de dificuldade. A terapia tem início com jogos em 2D (duas dimensões) e, após um mês, evolui para jogos tridimensionais em universos virtuais. Devido à falta de espaço e infra-estrutura, pacientes com outras doenças neurológicas, como demência e Alzheimer, por exemplo, não estão incluídos no tratamento. “A ampliação do número de pacientes e das doenças tratadas é um dos alvos do projeto para o futuro”, revela Cardoso. Outras novidades em vista são o aumento da complexidade dos jogos e a criação de novos espaços virtuais, além da possibilidade de os jogos serem, assim como seus similares, acessados nos computadores pessoais dos pacientes. “Iniciar o tratamento de crianças também faz parte de nossos objetivos”, completa a neuropsicóloga.
Por Rachel Rimas Ciência Hoje/RJ
http://cienciahoje.uol.com.br/119664
19 maio 2008
De quem é a Amazônia, afinal?, diz reportagem do "New York Times"
ISSO É MUITO SÉRIO.....SERÁ QUE NOSSOS GOVERNANTES NÃO VÃO TOMAR UMA ATITUDE ACERTADA EM DEFESA DO QUE NOS PERTENCE?
Uma reportagem publicada neste domingo no jornal americano "The New York Times" afirma que a sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil.
No texto intitulado "De quem é esta floresta amazônica, afinal?", assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".
O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que "ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós".
"Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)", diz o jornal. "Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos."
Acesso restrito
O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros.
"Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços [do presidente Lula] de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais - um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo", afirma a reportagem.
O jornal diz que "visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade".
"Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las."
"É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição."
(Fonte: Folha Online)
Uma reportagem publicada neste domingo no jornal americano "The New York Times" afirma que a sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil.
No texto intitulado "De quem é esta floresta amazônica, afinal?", assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".
O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que "ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós".
"Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)", diz o jornal. "Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos."
Acesso restrito
O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros.
"Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços [do presidente Lula] de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais - um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo", afirma a reportagem.
O jornal diz que "visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade".
"Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las."
"É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição."
(Fonte: Folha Online)
Todos os brasileiros deveriam ficar mais atentos a esse tipo de especulação, pois os europeus e norte americanos acabaram com as suas florestas e agora que não as têm, querem tomar conta da que esta em nosso território!!! Atenção nunca é demais, e lutar pelo que é nosso além de ser um direito é um dever, que precisa começar o quanto antes a fazer parte do nosso cotidiano.
14 maio 2008
Música cura?
Enquanto médicos debatem os supostos poderes curativos das notas musicais, sonatas de Mozart conseguem diminuir ataques de paciente epilético durante meses
Juliana Tiraboschi
Juliana Tiraboschi
Um dia desses deparei com uma notícia curiosa no jornal inglês "The Independent": médicos do Instituto de Neurologia de Londres publicaram um relato sobre o caso de um paciente epilético de 56 anos que reduziu seus sintomas com audições diárias de sonatas do compositor erudito Wolfgang Mozart.
Já tinha escutado falar do tal "efeito Mozart", especialmente relacionado a uma suposta melhora na inteligência e ligado à "Sonata Para Dois Pianos em Ré Maior", conhecida pelos especialistas como K.448. Também tinha algumas poucas informações sobre musicoterapia, como o fato de que ela pode ser passiva (quando o profissional toca música para o paciente), ou ativa (quando o paciente se engaja nas atividades de tocar um instrumento ou cantar). Ou que ela pode ser coadjuvante no tratamento de doenças mentais ou problemas motores. Mas nunca havia conversado com alguém que tivesse obtido benefícios das composições do gênio austríaco, além do prazer estético.
Intrigada com a história, liguei para o instituto e conversei com o professor de neurologia Ley Sander, que me surpreendeu falando um português perfeito. Sander tem pais brasileiros e nasceu no Rio Grande do Sul. "O efeito Mozart não é aceito universalmente", foi a primeira coisa que disse. O auge da popularidade do fenômeno foi em 2001, quando foi publicado um artigo de revisão escrito por John Jenkins, da Sociedade Real de Medicina do Reino Unido.
Já tinha escutado falar do tal "efeito Mozart", especialmente relacionado a uma suposta melhora na inteligência e ligado à "Sonata Para Dois Pianos em Ré Maior", conhecida pelos especialistas como K.448. Também tinha algumas poucas informações sobre musicoterapia, como o fato de que ela pode ser passiva (quando o profissional toca música para o paciente), ou ativa (quando o paciente se engaja nas atividades de tocar um instrumento ou cantar). Ou que ela pode ser coadjuvante no tratamento de doenças mentais ou problemas motores. Mas nunca havia conversado com alguém que tivesse obtido benefícios das composições do gênio austríaco, além do prazer estético.
Intrigada com a história, liguei para o instituto e conversei com o professor de neurologia Ley Sander, que me surpreendeu falando um português perfeito. Sander tem pais brasileiros e nasceu no Rio Grande do Sul. "O efeito Mozart não é aceito universalmente", foi a primeira coisa que disse. O auge da popularidade do fenômeno foi em 2001, quando foi publicado um artigo de revisão escrito por John Jenkins, da Sociedade Real de Medicina do Reino Unido.
Matéria da Revista Galileu
07 maio 2008
Cientistas identificam substâncias que protegem gene anticâncer
Cientistas das Universidades de St. Andrew e Dundee, na Escócia, descobriram um grupo de elementos químicos que podem proteger um dos mais importantes genes que combatem e previnem o câncer. Os cientistas batizaram os elementos de tenovins e descobriram que eles formam um escudo protetor em volta do gene p53, que é "desligado" ou "prejudicado" em alguns casos de câncer.
O gene p53 paralisa o crescimento de células danificadas desencadeando a morte destas células ou estimulando o reparo do DNA. "Nossas descobertas indicam que os tenovins têm o potencial para paralisar tumores", disse Sonia Lain, chefe da pesquisa.
Bloqueio de enzimas - Os pesquisadores escoceses mostraram que os tenovins têm um papel importante para evitar que o corpo destrua os genes p53, como parte de seu processo natural de reciclagem de genes. Estes elementos químicos protegem o p53 bloqueando enzimas que alvejam este gene.
Em teoria, a ação benéfica desses elementos poderia ser aproveitada por novos remédios anticâncer que elevassem os níveis de p53 no corpo. Os medicamentos à base de tenovins seriam potencialmente mais eficazes e seguros do que os remédios atuais. "Descobrimos que os tenovins trabalham inibindo enzimas chamadas sirtuins, que cortam um grupo químico importante do (gene) p53, levando à sua destruição", disse a pesquisadora Sonia Lain. "Esperamos que, ao inibir as enzimas sirtuins com medicamentos, possamos tratar muitos tipos de câncer no futuro", acrescentou. A pesquisa foi publicada na revista especializada Cancer Cell.
Fonte: Estadão Online
http://www.ambientebrasil.com.br
O gene p53 paralisa o crescimento de células danificadas desencadeando a morte destas células ou estimulando o reparo do DNA. "Nossas descobertas indicam que os tenovins têm o potencial para paralisar tumores", disse Sonia Lain, chefe da pesquisa.
Bloqueio de enzimas - Os pesquisadores escoceses mostraram que os tenovins têm um papel importante para evitar que o corpo destrua os genes p53, como parte de seu processo natural de reciclagem de genes. Estes elementos químicos protegem o p53 bloqueando enzimas que alvejam este gene.
Em teoria, a ação benéfica desses elementos poderia ser aproveitada por novos remédios anticâncer que elevassem os níveis de p53 no corpo. Os medicamentos à base de tenovins seriam potencialmente mais eficazes e seguros do que os remédios atuais. "Descobrimos que os tenovins trabalham inibindo enzimas chamadas sirtuins, que cortam um grupo químico importante do (gene) p53, levando à sua destruição", disse a pesquisadora Sonia Lain. "Esperamos que, ao inibir as enzimas sirtuins com medicamentos, possamos tratar muitos tipos de câncer no futuro", acrescentou. A pesquisa foi publicada na revista especializada Cancer Cell.
Fonte: Estadão Online
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03 maio 2008
Projeto brasileiro é o primeiro do mundo a ser validado como ‘MDL Programático’ na ONU
Um projeto brasileiro foi o primeiro do mundo a ser aprovado nas Nações Unidas para receber créditos de carbono pela modalidade “MDL Programático”. O programa 3S do Instituto Sadia, localizado em Santa Catarina, reúne mil fazendas de suinocultura que reduzem as emissões de metano através do uso de biodigestores nas granjas para tratamento dos dejetos gerados pelos suínos.
Cada unidade promove a redução de 389 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), o que levará os produtores a receberem um total de 3.894 créditos de carbono para cada ano de execução dos projetos. O período total para recebimento de créditos é de 10 anos, com início previsto para agosto deste ano.
Segundo o Instituto, o valor recebido com a venda dos créditos de carbono é dividido entre os suinocultores de acordo com o potencial de redução de emissões de cada um. Antes de receber o dinheiro, a instituição abate o investimento realizado nos biodigestores e os custos de execução e operação do programa. As unidades de produtores estão espalhadas por cinco estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
A carga orgânica poluidora dos dejetos suínos é 25 vezes maior do que a do esgoto humano e, nas regiões com alta concentração de suínos, grande parte dos dejetos é lançado no solo e em cursos de água sem tratamento.
Continue lendo em:
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=37961
Fonte: CarbonoBrasil
Cada unidade promove a redução de 389 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), o que levará os produtores a receberem um total de 3.894 créditos de carbono para cada ano de execução dos projetos. O período total para recebimento de créditos é de 10 anos, com início previsto para agosto deste ano.
Segundo o Instituto, o valor recebido com a venda dos créditos de carbono é dividido entre os suinocultores de acordo com o potencial de redução de emissões de cada um. Antes de receber o dinheiro, a instituição abate o investimento realizado nos biodigestores e os custos de execução e operação do programa. As unidades de produtores estão espalhadas por cinco estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
A carga orgânica poluidora dos dejetos suínos é 25 vezes maior do que a do esgoto humano e, nas regiões com alta concentração de suínos, grande parte dos dejetos é lançado no solo e em cursos de água sem tratamento.
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Fonte: CarbonoBrasil
29 abril 2008
Teste de identidade baseado em anticorpos...
Pesquisadores federais dos EUA afirmam ter desenvolvido um teste de identificação de indivíduos que é mais rápido e possivelmente mais barato do que o teste de DNA.
Essa seria uma arma útil e poderosa no arsenal dos detetives, especialistas forenses e militares, embora ninguém espere que ela substitua a análise de DNA - e seus inventores dizem que essa não é a intenção do teste.
O novo método analisa anticorpos. Cada pessoa tem um código de barras único em anticorpos, que pode ser coletado do sangue, da saliva ou de outros fluidos corporais. Anticorpos são proteínas usadas pelo corpo para combater vírus ou realizar "patrulhas" fisiológicas de rotina.
"O DNA é um código físico que descreve você... E de, certo modo, seus anticorpos também", explica Vicki Thompson, engenheira química do Idaho National Laboratory, que tem trabalhado com outros pesquisadores para aperfeiçoar o teste pelos últimos 10 anos.
Os cientistas dizem que o perfil de um anticorpo pode indicar resultados de maneira mais rápida e barata e pode ser feita em campo, com treinamento mínimo. Administradores do Idaho National Laboratory licenciaram a tecnologia exclusivamente para a Identity Sciences LLC em Alpharetta, na Georgia.
Continue lendo em:
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=37858
(Fonte: Estadão Online)
Essa seria uma arma útil e poderosa no arsenal dos detetives, especialistas forenses e militares, embora ninguém espere que ela substitua a análise de DNA - e seus inventores dizem que essa não é a intenção do teste.
O novo método analisa anticorpos. Cada pessoa tem um código de barras único em anticorpos, que pode ser coletado do sangue, da saliva ou de outros fluidos corporais. Anticorpos são proteínas usadas pelo corpo para combater vírus ou realizar "patrulhas" fisiológicas de rotina.
"O DNA é um código físico que descreve você... E de, certo modo, seus anticorpos também", explica Vicki Thompson, engenheira química do Idaho National Laboratory, que tem trabalhado com outros pesquisadores para aperfeiçoar o teste pelos últimos 10 anos.
Os cientistas dizem que o perfil de um anticorpo pode indicar resultados de maneira mais rápida e barata e pode ser feita em campo, com treinamento mínimo. Administradores do Idaho National Laboratory licenciaram a tecnologia exclusivamente para a Identity Sciences LLC em Alpharetta, na Georgia.
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(Fonte: Estadão Online)
24 abril 2008
Cientistas analisam peixe que sobrevive sem sexo há 70 mil anos
Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, estão tentando descobrir como uma espécie de peixe conseguiu sobreviver sem reprodução sexuada há pelo menos 70 mil anos. A população da Molinésia-Amazona, ou Poecilia formosa na nomenclatura científica, é formada apenas por fêmeas e pode ser encontrada na região do Texas, nos Estados Unidos, e no México. A espécie se reproduz por um processo conhecido como ginogênese, que consiste em um tipo de "acasalamento" com machos de outras espécies. O espermatozóide, no entanto, serve apenas para estimular os óvulos da fêmea, não para fecundá-los. Por isso, os filhotes são sempre clones das mães e não herdam traços genéticos do macho. Segundo os cientistas, criaturas que se reproduzem de forma assexuada apresentam problemas genéticos e freqüentemente são vítimas de extinção pela fraqueza da espécie, o que não teria acontecido com a Molinésia-Amazona. Para entender o complexo sistema de sobrevivência desse tipo de peixe, os cientistas calcularam há quanto tempo a molinésia-amazona deveria ter sido extinta, com base em cálculos das modificações genéticas pelas quais passaram várias gerações. Os resultados mostram que a espécie deveria ter sido extinta há 70 mil anos. No entanto, ela ainda pode ser encontrada atualmente.
'Truques' - De acordo com os cientistas, a espécie deve estar usando alguns "truques" genéticos para sobreviver e o próximo passo da pesquisa será entender quais são eles. "O que nosso estudo demonstra é que este peixe realmente tem alguma coisa especial e que existem alguns truques que ajudam a espécie a sobreviver", disse Laurence Loewe, que liderou o estudo. Uma hipótese levantada pela pesquisa é a de que, em alguns casos, o peixe pode estar pegando traços do DNA dos machos para estimular a reprodução e renovar sua combinação genética. Segundo Loewe, as descobertas podem ajudar a compreender melhor os mecanismos de outras espécies. "O interessante é que podemos aprender mais sobre outras espécies que utilizam estes mesmos truques", afirmou.
O estudo foi publicado na revista científica BMC Evolutionary Biology. (Fonte: Estadão Online)
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=37768
'Truques' - De acordo com os cientistas, a espécie deve estar usando alguns "truques" genéticos para sobreviver e o próximo passo da pesquisa será entender quais são eles. "O que nosso estudo demonstra é que este peixe realmente tem alguma coisa especial e que existem alguns truques que ajudam a espécie a sobreviver", disse Laurence Loewe, que liderou o estudo. Uma hipótese levantada pela pesquisa é a de que, em alguns casos, o peixe pode estar pegando traços do DNA dos machos para estimular a reprodução e renovar sua combinação genética. Segundo Loewe, as descobertas podem ajudar a compreender melhor os mecanismos de outras espécies. "O interessante é que podemos aprender mais sobre outras espécies que utilizam estes mesmos truques", afirmou.
O estudo foi publicado na revista científica BMC Evolutionary Biology. (Fonte: Estadão Online)
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=37768
17 abril 2008
Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil
O Brasil ocupa a segunda posição entre os dez países que mais conseguiram reduzir o número de mortes de crianças com menos de cinco anos desde 1990, de acordo com uma edição especial sobre as Metas do Desenvolvimento do Milênio preparada pela revista médica britânica The Lancet.
O Brasil só ficou atrás do Peru na lista dos países que mais avançaram e vai precisar reduzir em apenas 0,6% a taxa de mortalidade infantil até 2015 para alcançar a meta.
O Brasil reduziu de 57 para 20 o número de mortes nessa faixa etária a cada mil nascimentos entre 1990 e 2006, uma diminuição de 65%. A meta do país para 2015 é reduzir para 19 o número de mortes a cada mil nascimentos.
A edição especial da The Lancet foi elaborada com base no relatório Contagem Regressiva para 2015 - Sobrevivência Infantil e Maternal, preparado por um grupo que monitora as medidas adotadas por 68 países para alcançar as Metas do Desenvolvimento do Milênio referentes ao assunto.
Continue lendo em:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/04/080411_lancetmilenio_mp.shtml
12 abril 2008
Pesquisa destaca que a capacidade de reciclagem das florestas tropicais equilibra as emissões de orgânicos voláteis
Poluição verde? As florestas tropicais liberam enormes quantidades de hidrocarbonetos e outros compostos orgânicos voláteis, que têm papel importante para atrair insetos polinizadores e repelir herbívoros. Entretanto, esses compostos são os mesmos que dominam as emissões globais de gases danosos à camada de ozônio.
O segundo fato foi suficiente para levar pesquisadores a apontar uma possível influência negativa das florestas no aquecimento global. Alguns modelos indicaram que as emissões de isopreno – principal composto volátil emitido pelas florestas – poderiam se sobrepor à capacidade dos oxidantes atmosféricos de remover gases estufa, como o metano, ou tóxicos, como o monóxido de carbono.
Um novo estudo, publicado na edição desta quinta-feira (10/4) da revista Nature, aponta o contrário. Feito por pesquisadores do Instituto Max Planck, na Alemanha, o trabalho destaca que a quantidade de isopreno emitida pelos ecossistemas terrestres em atmosferas não poluídas causa muito menos danos do que se imaginava.
Os cientistas sobrevoaram por diversas vezes a Floresta Amazônica, sobre o Suriname e as Guianas, para medir as emissões. Valores também foram obtidos sobre o Oceano Atlântico.
Continue lendo em:
http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/2008/abril/11/7.asp
O segundo fato foi suficiente para levar pesquisadores a apontar uma possível influência negativa das florestas no aquecimento global. Alguns modelos indicaram que as emissões de isopreno – principal composto volátil emitido pelas florestas – poderiam se sobrepor à capacidade dos oxidantes atmosféricos de remover gases estufa, como o metano, ou tóxicos, como o monóxido de carbono.
Um novo estudo, publicado na edição desta quinta-feira (10/4) da revista Nature, aponta o contrário. Feito por pesquisadores do Instituto Max Planck, na Alemanha, o trabalho destaca que a quantidade de isopreno emitida pelos ecossistemas terrestres em atmosferas não poluídas causa muito menos danos do que se imaginava.
Os cientistas sobrevoaram por diversas vezes a Floresta Amazônica, sobre o Suriname e as Guianas, para medir as emissões. Valores também foram obtidos sobre o Oceano Atlântico.
Continue lendo em:
http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/2008/abril/11/7.asp
11 abril 2008
10 abril 2008
Aprenda a construir a armadilha caseira contra o mosquito da dengue
Com uma garrafa PET, a do refrigerante de dois litros, é possível fazer uma armadilha que prende e mata o mosquito Aedes Aegypt, o transmissor da dengue. A invenção é do professor Maulori Cabral, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). AmbienteBrasil recebeu o passo-a-passo da leitora Adelaide R. Magno, secretária do Fórum de Desenvolvimento Eco-Sustentável da Ilha de Itaparica (BA), solicitando sua divulgação para “podermos conjuntamente contribuir no combate à epidemia”. A armadilha recebeu o singelo nome de Mosquitoeira genérica (apelido: mosquitérica) e sua confecção é relativamente simples (acompanhe as etapas no arquivo em PDF). O mais importante é que a pessoa pode detectar a presença do Aedes nas cercanias com esse instrumento e acionar o órgão responsável.
Mais detalhes entre no link abaixo:
http://www.ambientebrasil.com.br
Mais detalhes entre no link abaixo:
http://www.ambientebrasil.com.br
06 abril 2008
Fotos e informações de biologia
Neste site você irá encontrar bonitas fotos e saber um pouco de biologia, acesse o o link abaixo:
http://www.fapesp.br/expobio/
http://www.fapesp.br/expobio/
05 abril 2008
Calorias.....Curiosidades alimentares
Esse site é muito legal.....tem estórias sobre as curiosidades alimentares, gorduras, vegetarianismo, tempo de digestão.....
http://www.universitario.com.br/celo/alimentacao/alimentacao.html
http://www.universitario.com.br/celo/alimentacao/alimentacao.html
02 abril 2008
Comparando preços de remédios e demais informações....
Esta noticia precisa ser mais divulgada, pois se você quer saber quanto custa ou os genéricos similares basta digitar o nome do remédio que você quer consultar no site abaixo e você terá uma lista bem interessante de todas as marcas com os respectivos preços em todo o Território Nacional.
www.consultaremedios.com.br/
www.consultaremedios.com.br/
30 março 2008
Fernando Sabino
De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!
29 março 2008
A Corporação
Por Andrea Ramirez
Há quem acredite que “a pesquisa científica moderna não busque a verdade, mas o lucro”. A frase em si já é suficiente para arrepiar qualquer cientista sensato com um mínimo de senso ético. Não bastando, subentende-se que a vida está a venda. Agora sim, epistemologicamente chocante, tanto do ponto de vista científico quanto da moral humana.
Entretanto o raciocínio é simples. Se a vida é um bem, pode ser comparada aos demais bens construídos pelo homem. Assim, dentro dessa (i)lógica, a vida pode ser negociada por ser considerada uma mercadoria. A única restrição é que ela não seja uma vida humana em seu estado natural, no caso com o sentido de original.
Pelo menos foi assim que se deu o veredito do STJ americano a favor da primeira patente de bactérias geneticamente modificadas, em 1980. Estiveram diante do juíz: o cientista - Ananda Mohan Chakrabarty; a corporação - General Eletric; as bactérias - Pseudomonas, capazes de degradar algumas substâncias químicas do petróleo; a biotecnologia - P. aeruginosa 1c (ATCC 15692) foi transformada em plasmídios contendo genes para degradar octano, salicilato e naftaleno gerando a artificial P. aeruginosa NRRL B-5472. De modo semelhante a P. putida PpG1 (ATCC 17453) originou P. putida NRRL B-5473 contendo genes de degradação da cânfora, salicilato e naftaleno além de uma resistência extra a droga, RP-1. O veredito - “tudo o que se encontra abaixo do Sol, feito pela mão do homem, pode ser patenteado”, porque “a questão relevante não é a distinção entre coisas vivas e inanimadas, mas se os produtos vivos possam ser vistos como invenções feitas pelo homem”.
Os produtos vivos, que até outro dia eram tidos como divinos em sua totalidade pela justiça americana, passaram a ser vistos como invenções humanas em alguns casos. Ingenuidade ou não, afinal pelo menos o Admirável Mundo Novo já havia sido escrito e era mundialmente conhecido à época, a jurisprudência abriu margem para o registro de uma infinidade de patentes biológicas desde então. Como o interesse de tudo que é patenteado é a aquisição de lucros, fica fácil entender que este episódio só abriu um pouco mais o leque de opções em registros. A julgar pela história das patentes que teve início durante o feudalismo, favorecendo os habitantes dos burgos que já sabiam desde aquela época que “o mercado é o juíz final de tudo”, isto não poderia deixar de ser diferente na atual “Era da Biologia”.
Explica-se a dificuldade e o adiamento do julgamento do nosso STJ sobre o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas para fins terapêuticos. Não se trata somente de uma questão de inconstitucionalidade, há também uma preocupação implícita, e não é somente com a possibilidade de criação de monstros mais sofisticados do que o Frankeinstein, mas sim com a abertura de novas Corporações que certamente advirão, e muito lucrarão, a partir da aplicação destas pesquisas no mercado, em nome da Ciência e Saúde de um lado contra a perda de poder público do outro.
Afinal, diria o mestre, isto é bom ou ruim?
Há quem acredite que “a pesquisa científica moderna não busque a verdade, mas o lucro”. A frase em si já é suficiente para arrepiar qualquer cientista sensato com um mínimo de senso ético. Não bastando, subentende-se que a vida está a venda. Agora sim, epistemologicamente chocante, tanto do ponto de vista científico quanto da moral humana.
Entretanto o raciocínio é simples. Se a vida é um bem, pode ser comparada aos demais bens construídos pelo homem. Assim, dentro dessa (i)lógica, a vida pode ser negociada por ser considerada uma mercadoria. A única restrição é que ela não seja uma vida humana em seu estado natural, no caso com o sentido de original.
Pelo menos foi assim que se deu o veredito do STJ americano a favor da primeira patente de bactérias geneticamente modificadas, em 1980. Estiveram diante do juíz: o cientista - Ananda Mohan Chakrabarty; a corporação - General Eletric; as bactérias - Pseudomonas, capazes de degradar algumas substâncias químicas do petróleo; a biotecnologia - P. aeruginosa 1c (ATCC 15692) foi transformada em plasmídios contendo genes para degradar octano, salicilato e naftaleno gerando a artificial P. aeruginosa NRRL B-5472. De modo semelhante a P. putida PpG1 (ATCC 17453) originou P. putida NRRL B-5473 contendo genes de degradação da cânfora, salicilato e naftaleno além de uma resistência extra a droga, RP-1. O veredito - “tudo o que se encontra abaixo do Sol, feito pela mão do homem, pode ser patenteado”, porque “a questão relevante não é a distinção entre coisas vivas e inanimadas, mas se os produtos vivos possam ser vistos como invenções feitas pelo homem”.
Os produtos vivos, que até outro dia eram tidos como divinos em sua totalidade pela justiça americana, passaram a ser vistos como invenções humanas em alguns casos. Ingenuidade ou não, afinal pelo menos o Admirável Mundo Novo já havia sido escrito e era mundialmente conhecido à época, a jurisprudência abriu margem para o registro de uma infinidade de patentes biológicas desde então. Como o interesse de tudo que é patenteado é a aquisição de lucros, fica fácil entender que este episódio só abriu um pouco mais o leque de opções em registros. A julgar pela história das patentes que teve início durante o feudalismo, favorecendo os habitantes dos burgos que já sabiam desde aquela época que “o mercado é o juíz final de tudo”, isto não poderia deixar de ser diferente na atual “Era da Biologia”.
Explica-se a dificuldade e o adiamento do julgamento do nosso STJ sobre o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas para fins terapêuticos. Não se trata somente de uma questão de inconstitucionalidade, há também uma preocupação implícita, e não é somente com a possibilidade de criação de monstros mais sofisticados do que o Frankeinstein, mas sim com a abertura de novas Corporações que certamente advirão, e muito lucrarão, a partir da aplicação destas pesquisas no mercado, em nome da Ciência e Saúde de um lado contra a perda de poder público do outro.
Afinal, diria o mestre, isto é bom ou ruim?
Poesia por Cecília Meireles
Motivo
Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste: sou poeta.
Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias no vento.
Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: — mais nada.
Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste: sou poeta.
Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias no vento.
Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: — mais nada.
Cecília Meireles
26 março 2008
Arroz contaminado por fungo causa Beribéri e mortes no Maranhão
De acordo com uma reportagem no site: http://www.agrolink.com.br
e do Bom Dia Brasil e Globo On-Line, o armazenamento impróprio de arroz, tem propiciado a contaminação do arroz por um fungo (Penicillium citreonigrun) que libera uma toxina citreoviridina que inibe a absorção de vitamina B1 pelo organismo, causando fraquezas musculares e dificuldades respiratórias.
É bom ficarmos alertas quanto a origem do arroz consumido, pois o fungo também pode contaminar o milho e feijão da região. Amostras estão sendo analisadas em Minas Gerais, porém de qualquer modo, ficar atento nunca é demais.
e do Bom Dia Brasil e Globo On-Line, o armazenamento impróprio de arroz, tem propiciado a contaminação do arroz por um fungo (Penicillium citreonigrun) que libera uma toxina citreoviridina que inibe a absorção de vitamina B1 pelo organismo, causando fraquezas musculares e dificuldades respiratórias.
É bom ficarmos alertas quanto a origem do arroz consumido, pois o fungo também pode contaminar o milho e feijão da região. Amostras estão sendo analisadas em Minas Gerais, porém de qualquer modo, ficar atento nunca é demais.
22 março 2008
Florianópolis/SC será projeto piloto de reserva da biosfera urbana da Unesco
Por ser um caso exemplar de convívio íntimo entre cidade e natureza, Florianópolis foi escolhida para ser uma reserva da biosfera urbana modelo pela Unesco durante o Congresso Mundial realizado em fevereiro em Madri, na Espanha. Neste mês, a ilha de Santa Catarina receberá a visita de uma equipe da instituição para discutir propostas deste projeto piloto.“A cidade é a única onde está bem avançada a integração entre áreas urbanas e preservação ambiental”, diz o arquiteto argentino Ruben Pesci, da Fundación Cepa e um dos responsáveis pela inclusão de Florianópolis entre os locais caracterizados como reservas da biosfera urbana.O objetivo do projeto é mostrar que é possível sustentar a conservação da biodiversidade, em zonas onde a pressão do crescimento urbano parecem só ameaçar a preservação da natureza.Florianópolis é uma síntese dos ecossistemas encontrados no litoral do estado. Possui baias, mares voltados para o vento, mata atlântica em recuperação, restinga, dunas, manguezais e lagoas. Esta riqueza natural, no entanto, vem sendo ameaçada pela rápida urbanização e crescimento desordenado na ilha.O professor de arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Almir Reis, diz que é preciso voltar na história para entender como as estruturas de adaptação impactaram na cidade atual. O crescimento urbano turístico, por exemplo, é citado por ele como um dos pontos que exige uma atenção especial. “É preciso ver o quanto isto causou desastre ambiental.”
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http://www.ambientebrasil.com.br/noticias
notícias: biodiversidade
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