Pesquisa personalizada

23 maio 2007

Aplique o Feng Shui e dobre a energia sexual

Um ponto importante, saudável e energético da vida afetiva de um casal é o sexo ou energia sexual. Veja uma série de informações para melhorar e aumentar a energia dos ambientes e o vigor sexual do casal.

Ative o ponto sexual do baguá
Aplique o baguá (símbolo da sequência do céu interior) na planta de sua residência. Localize o setor do relacionamento afetivo. É neste cômodo da casa que iremos começar a ativar e apimentar a vida íntima e sexual do casal. Respeitando algumas exceções (como quarto dos filhos), poderemos incrementar a vida sexual com símbolos universais e/ou particulares sobre o tema:

- Cor vermelha: é uma cor muita associada à atividade sexual e as paixões. Deve ser usada com moderação, pois é uma cor muito vibrante, deixando as pessoas muito agitadas e com muito tesão quando usada em excesso. O vermelho pode estar no ambiente em quadros, tecidos, flores, almofadas, em uma pintura especial de parede.

- DVDs e revistas eróticos: se o casal gostar de ver filmes eróticos, este é um bom local para guardar a coleção de fitas. O mesmo vale para quem gosta de colecionar e ler revistas eróticas.

- Quadros eróticos: um dos símbolos mais usados para apimentar a vida sexual de um casal é a imagem de um casal fazendo amor. São conhecidos como quadros sensuais ou eróticos.

- Esculturas eróticas: com a mesma força afrodisíaca dos quadros, as esculturas eróticas ou de casais nu se amando são símbolos universais em várias civilizações. São mais discretas que os quadros.

- Bocas vermelhas: símbolo muito forte de tesão e desejos ardentes.

- Divindades: muitas culturas têm varias divindades que simbolizam fertilidade, virilidade e sexualidade. Quem conhece ou gosta deste tema deve pesquisar para saber quais divindades pode colocar.

- A Serpente: pode-se colocar a figura da Serpente, que representa a atividade e a liberdade das energias sexuais para muitos (a kundalini).

Ative o baguá dos ambientes
É possível aplicar o baguá nos principais cômodos, localizar o setor do relacionamento afetivo e ativá-lo com os símbolos do item anterior. Estes cômodos, em geral, são as salas e quarto do casal.

Franco Guizzetti para o site Terra

18 maio 2007

Quando tudo falha

Uma matéria que saiu essa semana na Revista Época é preocupante pois, trata de um assunto que principalmente nós brasileiros costumamos fazer, tomar medicação sem prescrição médica.....

Pacientes com câncer terminal estão comprando pela internet uma droga que ainda não foi testada em humanos. Mas esse risco não vale a pena!!!

Lawrence Burgh tem uma visão realista da vida. Médico, de 48 anos, dedicou-se ao longo de sua carreira ao tratamento de pacientes graves. Burgh recebeu o diagnóstico de câncer em dezembro de 2006. Apesar de sua experiência clínica, tomou uma decisão inusitada para tentar se livrar da doença. Uma decisão que muitos considerariam uma heresia médica. Burgh (pseudônimo) está entre um número cada vez maior de pacientes que se medicam com um composto químico simples de laboratório que nunca foi testado contra o câncer em seres humanos. A maioria dos pacientes compra o composto pela internet e troca experiências em salas de bate-papo.

A droga, conhecida como DCA (ou ácido dicloroacético), é um composto comum, que não pode ser patenteado. Ela se mostrou um agente promissor de combate ao câncer em testes iniciais em ratos. É possível que em seres humanos provoque efeitos colaterais que possam prejudicar ainda mais os pacientes. Os cientistas que investigam o potencial do DCA temem que mortes ou danos causados pelo uso sem regulamentação afetem seu trabalho e o bem-estar dos pacientes.

A equipe de Evangelos Michelakis, do Departamento de Medicina da Universidade de Alberta, em Edmonton, no Canadá, mostrou que a substância faz alguns tumores regredir em ratos. Ela atinge um mecanismo metabólico celular até então desconhecido.

Uma das características das células cancerígenas é a produção de energia por meio da quebra de glicose no citoplasma. E não na mitocôndria, que fica bloqueada. Até recentemente essa mudança era tida como um sintoma do câncer, e não como alguma coisa com maiores conseqüências. O DCA parece fazer com que as mitocôndrias voltem a funcionar e, ao fazer isso, restabelece sua capacidade de reconhecer a célula como anormal e fazer com que ela se autodestrua. Quando Michelakis testou o DCA em células cancerígenas em cultura, elas morreram. Quando deu DCA a ratos com tumores humanos, os tumores encolheram.

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http://revistaepoca.globo.com



09 maio 2007

Poesia


Amor louco, este que tenho
que em mim guardo feito segredo,
corrói minhas entranhas
e, ainda assim, me faz feliz!

Amor louco este que tenho,
mata-me de tanto medo
mas, é quem entende minhas manhas
do jeito que eu sempre quis...

Amor louco este que tenho
que me trata como a um brinquedo
e tanto me assanha
quando me envolve em seus ardis...

por: Lara Cardoso

site: http://www.usinadeletras.com.br/

08 maio 2007

O que é o soluço e por que ele aparece?

O soluço é uma respiração com espasmos provocada pelo súbito fechamento da glote (abertura localizada na laringe, que serve de passagem de ar para os pulmões) junto com uma contração repentina e involuntária do diafragma, músculo que separa o tórax do abdome e está relacionado à respiração. Normalmente, o soluço não causa problemas para a saúde e desaparece espontaneamente em alguns minutos.

Segundo o médico Tarcísio Mota, até mesmo os bebês no útero podem ter soluços. "O soluço pode aparecer quando você come muito rápido, porque engole ar junto com a comida, ou quando enche o estômago demais e acaba irritando o diafragma", disse Mota.

Para se livrar do soluço, é possível utilizar algumas técnicas bem simples, como respirar em um saco de papel durante alguns minutos, fazer gargarejos com água fria e prender a respiração pelo máximo de tempo que conseguir. Outra opção é deitar de bruços por um tempo, pois essa posição faz com que a respiração se torne mais intensa, forçando o diafragma a voltar a funcionar normalmente.

04 maio 2007

Ecologia ajuda a competir?

O caso da Petrobras mostra como a preocupação ambiental se tornou estratégica para empresas que querem conquistar o mercado global

A petrobras foi apontada pela consultoria espanhola Management & Excellence (M&E) como a segunda empresa mais sustentável do mundo no setor de petróleo. Só perde para a anglo-holandesa Shell. O estudo comparou 386 indicadores de itens como tecnologias limpas, segurança e uso de recursos naturais. A Petrobras ficou à frente de gigantes do setor, como a British Petroleum. "A Petrobras foi a que mais evoluiu nos últimos três anos", diz William Cox, diretor da M&E. Segundo a consultoria, entre os fatores que influenciaram na decisão está a queda na emissão de poluentes e nos vazamentos de óleo. Além da boa notícia para a multinacional brasileira, o reconhecimento mostra como os cuidados ambientais ganham importância para empresas que desejam expandir sua atuação.

"Para se tornar competitiva no mercado externo, qualquer empresa é obrigada a assumir responsabilidades ambientais e sociais", diz Luís Cesar Stano, gerente de desempenho da área de segurança, meio ambiente e saúde da Petrobras. "Sem isso, hoje é impossível competir globalmente. Agora estamos entre as melhores do mundo. E devemos isso à preocupação com sustentabilidade, que foi nossa prioridade nos últimos anos."

Cuidar bem do meio ambiente - ou pelo menos cultivar uma boa imagem verde - é especialmente importante para empresas brasileiras com ambições internacionais. "O Brasil precisa romper com a idéia de que desenvolvimento é incompatível com respeito ao meio ambiente", diz Fernando Almeida, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). A instituição representa no país uma coalizão de empresas que detêm faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional. Fazem parte do grupo instituições como Banco do Brasil, Suzano, Gerdau, Nestlé e Votorantim. "Na prática, estamos vendo o contrário. As empresas que conquistam uma imagem no exterior de respeito às questões ambientais e sociais estão em posições privilegiadas", diz Almeida.

A Petrobras acordou para isso há sete anos, quando um vazamento em um terminal marítimo encheu de óleo a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Poucos acreditavam que a empresa superaria a imagem de vilã da natureza. Acusada de estar sucateada pela falta de investimentos e tachada de ineficiente, a Petrobras parecia cada vez mais próxima da privatização. O início da transformação foi um investimento de R$ 12 bilhões em segurança ambiental. A empresa passou a se preocupar com o uso de recursos naturais, como a água que abastece as refinarias. Também investiu em programas sociais para as comunidades que convivem com suas plataformas de petróleo. O poço de petróleo de Urucu, no meio da Floresta Amazônica, virou exemplo de exploração sem devastação. O resultado foi melhor que o esperado. Além de recuperar sua imagem, a Petrobras passou a lucrar mais no mercado acionário, por ser considerada uma companhia segura para investimentos.

por Juliana Arini

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02 maio 2007

Que interessante: ver amigos "vale um salário de R$ 30 mil

Segundo a agência de notícias BBC Brasil....

Uma pessoa que ganha R$ 3,3 mil e encontra com freqüência os amigos para uma conversa despreocupada é tão feliz quanto outra que tem salário dez vezes mais alto e sacrifica sua vida social, concluiu um estudo conduzido na Grã-Bretanha.

Fizeram uma enquete com 8 mil britânicos em todo o país, a pesquisa se propôs a "colocar etiquetas de preço em amigos, parentes e vizinhos", para concluir que, se for possível comprar felicidade, ela tem um alto preço.

"Os resultados mostram claramente que um aumento no nível de envolvimento social equivale a dezenas de libras adicionais por ano em termos de satisfação de vida", conclui o autor da pesquisa, o especialista em Economia Aplicada a temas de felicidade segundo Nick Powdthavee.

"Aumentos de renda, por outro lado, trazem muito pouca felicidade." O estudo foi conduzido no Instituto de Educação, da Universidade de Londres, e será publicado no próximo da revista científica Journal of Social-Economics.

Felicidade

O pesquisador analisou as respostas de 8 mil britânicos que responderam sobre seus hábitos sociais e analisaram seu grau de felicidade. A média de renda da amostra foi de 10 mil libras esterlinas por ano - cerca de R$ 3,3 mil por mês.

Mas pessoas que tinham este salário e viam seus amigos quase todos os dias se mostraram tão felizes quanto as que ganhavam 95 mil libras por ano - mais de R$ 31,5 mil - e nunca ou quase nunca se encontravam com seus amigos.

Mas Nick Powdthavee ressaltou que os ganhos de felicidade resultantes da convivência social são mais duráveis que os resultantes de aumentos de salário.

25 abril 2007

Oração das Mulheres

Senhor,
Até agora o meu dia foi bom!
Não fiz fofoca, não perdi a paciência,
Não fui gananciosa, sarcástica,
Rabugenta, chata e nem irônica.
Controlei meus hormônios,
Não reclamei, não praguejei,
Não gritei e nem tive ataques de ciúmes.
Não briguei com o meu cabelo nem com o espelho.
Não comi chocolate.
Também não fiz débitos em meu cartão de crédito
E não dei cheques parcelados.
Mas peço Teu socorro e proteção, Senhor,
Pois estou para levantar da cama a qualquer
instante...

23 abril 2007

O que as escolas precisam aprender

A revista Época desta semana [23/04/07] traz um assunto que nos leva a reflexão sobre a educação atual.

Imagine que um cidadão tivesse dormido um século e acordasse agora. O mundo seria uma grande surpresa para ele. Aviões. Celulares. Arranha-céus. Ao entrar numa casa, ele não conseguiria entender o que é uma televisão. Ou um computador. Poderia se maravilhar com uma barra de chocolate. Escandalizar-se com os biquínis das moças. Perder-se num shopping center. Mas, quando ele deparasse com uma escola, finalmente teria uma sensação de tranqüilidade. "Ah, isso eu conheço!", pensaria, ao ver um professor com um giz na mão à frente de vários alunos de cadernos abertos. "É igualzinho à escola que eu freqüentei."

Essa parábola é quase tão velha quanto o personagem que dormiu cem anos. É contada em inúmeras palestras e cursos de reciclagem de professores. Ilustra como a escola se mantém fossilizada, num mundo que não pára de mudar. A escola como a conhecemos hoje é fruto de uma sociedade forjada no século XVIII, quando a Revolução Industrial e o fortalecimento dos Estados modernos criaram a necessidade de formar cidadãos qualificados para um novo mercado de trabalho. A Revolução Francesa e a independência americana também inspiraram um ideal igualitário, que disseminou a idéia da educação como um direito de todos. Era uma ruptura em relação à escola antiga, voltada para a formação de uma elite - fosse a casta religiosa da Idade Média, os burocratas a serviço dos reis ou os aristocratas da Grécia clássica. Com a inclusão das massas na escola, foi preciso criar mecanismos de homogeneização. Vieram daí a divisão dos alunos em séries, a especialização dos professores em disciplinas e a sistematização de um ensino básico a ser transmitido para todos.
O que precisa acontecer é uma maior integração entre pais, educadores, alunos e todos que estejam envolvidos com a educação para que novas formas de educação sejam implantadas nas escolas com sucesso e que consigam atingir um maior número de educadores e educandos. Mais isso somente será possível se a população como um todo se interessar de verdade pela educação e não continuar como mero espectador do que é proposto.

20 abril 2007

Blog revela primeiros cenários da seqüência de ‘As crônicas de Nárnia’

Filmado na Nova Zelândia, “Príncipe Caspian” será lançado em 2008.
Na continuação, irmãos Pevensie retornam a Nárnia milhares de anos depois.


As filmagens da continuação de “As crônicas de Nárnia – O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” estão a todo vapor, a menos a julgar pelo videoblog oficial que a Disney lançou recentemente. O blog revela bastidores de produção do filme, intitulado “As crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian”.

No vídeo que inaugura o blog, o diretor Andrew Adamson apresenta os primeiros cenários do longa-metragem, localizados nas ruínas de Cair Paravel, na península Hereherataura, na Nova Zelândia. Segundo o cineasta, os fãs da franquia poderão acompanhar o dia-a-dia da equipe por meio de vídeos periódicos publicados no site.

A estréia de “Príncipe Caspian” está prevista para 18 de maio de 2008. Na trama, milhares de anos depois da primeira aventura, os irmãos Pevensie voltam a Nárnia para tirar o malvado rei Miraz do poder e entregar o trono a seu herdeiro legítimo, o príncipe Caspian.

16 abril 2007

Vitamina C faz faxina dupla no organismo

Pesquisadores da USP e do Butantã revelam nova função da molécula

Giovana Girardi

O papel da vitamina C no corpo humano é alvo de controvérsia. A maioria das pesquisas mostra que ela faz bem à saúde, mas vira e mexe algum estudo sugere o contrário - em altas quantidades ela poderia ser maléfica. Polêmicas à parte, recentemente um grupo de pesquisadores brasileiros apresentou dados reforçando que não só ela protege o organismo como o faz de modo ainda mais eficiente do que se imaginava antes.
A equipe da Universidade de São Paulo e do Instituto Butantã desvendou uma nova função da molécula que amplia o seu papel de faxineira do metabolismo. Já se sabia que ela age como antioxidante, combatendo os temíveis radicais livres, substâncias que provocam lesões em moléculas e estão envolvidas no envelhecimento celular.
O novo estudo, publicado em março na revista científica PNAS, mostra que, além de ter essa ação direta de neutralização, a vitamina C também age indiretamente sobre os radicais livres, ao acelerar as reações de um grupo de enzimas que impedem a formação deles.“Quando o corpo humano está em perfeito funcionamento, há um balanço entre substâncias oxidantes e antioxidantes. Mas, se por algum motivo os primeiros aumentam de quantidade ou os segundos diminuem, temos o chamado stress oxidativo que, em excesso, pode ser bastante tóxico para o organismo”, explica o bioquímico Luis Eduardo Soares Netto, do Instituto de Biociências da USP.
Movimentando-se pelas células, os radicais livres, que são substâncias bastante instáveis porque têm um número ímpar de elétrons, tentam desesperadamente se ligar a uma outra molécula. Os alvos preferenciais são DNA e proteínas, que acabam sofrendo lesões após essa união e se tornam disfuncionais. O resultado são doenças dos mais diversos tipos.
AÇÃO DUPLA
Para retomar o equilíbrio, o ideal é diminuir a formação dos oxidantes e aumentar a presença dos antioxidantes. É aí que a vitamina C entra. “Nosso estudo mostra que ela cerca pelos dois lados”, afirma Netto. Na ação direta, ela neutraliza um precursor dos radicais livres, o peróxido de hidrogênio (mais conhecido como água oxigenada), transformando-o em água.
No mecanismo indireto, ela estimula a ação de uma enzima denominada peroxirredoxina, que, como o próprio nome diz, também decompõe os peróxidos em H2O e evita a formação dos radicais livres. Essa reação química, na presença da vitamina C, fica mais rápida, uma vez que a enzima “rouba” elétrons da vitamina.“Antes imaginávamos que essa aceleração só podia ocorrer na presença de moléculas conhecidas como tióis, mas mostramos que a vitamina C também tem essa função. Sem a interferência de uma dessas duas moléculas, a reação da peroxirredoxina é muito lenta e difícil de ocorrer”, explica.
Esse sistema de faxina que ocorre nos seres humanos após a ingestão da vitamina C está presente também em vários outros organismos, como plantas, insetos, mamíferos, bactérias e parasitas. Isso sugere, segundo Netto, que o mecanismo foi selecionado evolutivamente porque conferia uma vantagem. Considerando os danos que podem ser provocados pelo excesso de radicais livres, é fácil entender por quê.

http://txt.estado.com.br/editorias/2007/04/10/ger-1.93.7.20070410.6.1.xml

15 abril 2007

Amazônia: sueco é acusado de "colonialismo verde"

Segundo o site da BBC Brasil, a ação do milionário sueco Johan Eliasch para preservar a floresta amazônica está sendo acusada de "colonialismo verde" e deixou mil pessoas sem trabalho e na pobreza absoluta, afirma reportagem publicada neste domingo pelo jornal britânico The Sunday Times.
O milionário que é radicado na Grã-Bretanha e é dono da fabricante de artigos esportivos Head, comprou em 2005 uma área de cerca de 1,6 mil quilômetros quadrados em Itacoatiara, no Amazonas, que pertencia a uma madeireira americana, com o intuito de preservar a floresta. Segundo o jornal, como resultado da compra da madeireira por Eliasch, até mil pessoas empregadas por uma serraria obrigada a fechar ficaram sem trabalho, "aumentando ainda mais as dificuldades numa região já economicamente carente".
O jornal diz que até mesmo ambientalistas locais vêm criticando as ações de Eliasch, acusando-o de "colonialismo verde".
A reportagem afirma que Eliasch prometeu compensar as pessoas que ficaram sem trabalho e empregar algumas delas como guardas florestais, mas afirmou que a preservação da floresta "é mais importante do que as pessoas morando na região".
O jornal conclui dizendo que Eliasch propôs no ano passado a compra de toda a floresta amazônica para preservá-la, o que "provocou um incidente diplomático entre o Brasil e a Grã-Bretanha quando a idéia foi encampada pelo ministro do Meio Ambiente da Grã-Bretanha, David Miliband, que sugeriu estabelecer uma fundação internacional como a melhor forma de preservar a Amazônia".
Precisamos ficar atentos a "tanta boa ação" de milionários estrangeiros que estão comprando a Amazônia com o intuito de preservá-la, afinal estão comprando terras em território brasileiro e com isso, obtendo direitos sobre toda uma biodiversidade que por direito nos pertence.

11 abril 2007

Programa Ciência Brasil - VAMOS DIVULGAR!

Quem é curioso, apreciador de cultura geral ou fascinado por ciência, assista ao novo programa Ciência Brasil , um talk-show de ciência via internet que exibe entrevistas com o objetivo de aproximar o público leigo do mundo científico. O endereço é:
www.painelbrasil.tv/ciencia

Utilizando uma linguagem inteligente, porém simples e descontraída, diversos pesquisadores falarão sobre seus trabalhos mostrando à sociedade como são feitas suas pesquisas, de que forma trarão benefícios para a população, além de mostrar a realidade de ser um cientista no Brasil, quais as dificuldades, os estímulos, etc. Toda semana o programa trará um assunto diferente. As entrevistas são gravadas e ficarão à disposição do internauta através de uma ferramenta de busca.
O 1º episódio já está no ar e fala sobre Insetos Detetives: como os insetos podem ajudar a desvendar crimes! Por ser o 1º programa, foi feita uma introdução de uns 6 min e mais a entrevista (em torno de 30 minutos), mas vale à pena ir até o final.
Esta é uma forma totalmente inovadora de popularizar a ciência no Brasil, colaborando para a sua valorização e, até mesmo, para despertar o interesse de "futuros cientistas". É a chance dos pesquisadores mostrarem (e explicarem) à comunidade o conhecimento que ela os ajuda a adquirir através do pagamento de seus impostos (quando estes são investidos em ciência e tecnologia!!).
Vamos divulgar! Recomendem o site aos amigos, parentes, colegas de trabalho e, principalmente, ao público jovem (filhos, sobrinhos, etc).
Num país em que a educação está completamente sucateada, temos que aproveitar as boas propostas para tentar formar "cabeças-pensantes" (que serão a nossa esperança para o futuro).

Polícia Científica Paulista tem trabalhos premiados

III Prêmio Sou da Paz
Duas pesquisas realizadas no Instituto de Criminalística, são premiados pelo Instituto Sou da Paz, um deles sob título de O Residuográfico Azul de autoria da Perita Criminal Dra. Regina Branco, foi publicado nos anais do Congresso de Criminalística de 2005 e no livro "Química Forense sob olhares eletrônicos". O outro é o resultado do trabalho da equipe de DNA do Instituo de Criminalística de São Paulo, intitulado O Exame de DNA como Ferramenta na Elucidação de Crimes e na Identificação de Pessoas.
Esta escolha foi feita por banca examinadora, mas também haverá um outro prêmio, decorrente da escolha popular, onde o público poderá votar até 30 de outrubro. A ação de nº 525 pertence ao trabalhos "O residuográfico Azul", o trabalho publicado pela equipe de DNA corresponde a ação de nº 482.

Ação 482 - O Exame de DNA como Ferramenta na Elucidação de Crimes e na Identificação de Pessoas

A aplicação dos testes de sangue disponíveis até 1999 no Instituto de Criminalística permitia, no máximo, excluir um determinado suspeito de ter cometido um crime. A introdução da aplicação do exame de DNA na elucidação de crimes vem possibilitando analisar também a inclusão de autores dos delitos investigados. Para a implantação do Laboratório de DNA, houve um árduo treinamento da equipe de peritos (cursos e estágios). Essa novidade teve por objetivo principal oferecer à investigação policial e, em última instância, à Justiça elementos que permitam contribuir objetivamente para a elucidação de crimes e identificação de pessoas e cadáveres.

Anvisa lança pesquisa sobre laboratórios analíticos em toxicologia forense

A Anvisa continua o trabalho de identificação dos laboratórios que estejam envolvidos com produtos sujeitos ao regime de Vigilância Sanitária para classificar os que merecem seu respaldo no atendimento aos princípios fundamentais do Sistema da Qualidade. É por meio da Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde (Reblas) que a Agência vem habilitando esses laboratórios. Já foram identificadas várias áreas, agora é a vez dos laboratórios analíticos em toxicologia forense.
A Reblas já realizou pesquisas para levantamento de laboratórios analíticos nas áreas de saneantes, água de hemodiálise, cosméticos, alimentos, agrotóxicos e implantes ortopédicos, cujas conclusões estão disponíveis no site da Anvisa em Pesquisas sobre Serviços Laboratoriais - concluídas. Encontram-se em andamento as pesquisas de fitoterápicos e de saúde do trabalhador, disponíveis no site em Pesquisas sobre Serviços Laboratoriais - em andamento.

09 abril 2007

Em busca do alívio

Como a ciência está acumulando novas vitórias contra a enxaqueca, doença que castiga mais de 25 milhões de brasileiros...

Esta semana a Revista Época publicou um artigo muito interessante sobre as novidades para auxiliar quem sofre deste problema. Vale a pena conferir.

07 abril 2007

A conexão alimento/saúde

Na civilizações antigas, o s gregos, egípcios e chineses não faziam distinção entre comida e remédio. O que lhes matava a fome era também o que curava os problemas de saúde. Esse conceito tem sido resgatado pela ciência, que reforça a importância da alimentação na prevenção e sua participação no tratamento de doenças. Aqui, você confere as novidades da biotecnologia e os estudos que derrubam mitos e confirmam verdades.


Uma nova geração de alimentos enriquecidos e aperfeiçoados em laboratório está saltando da ficção para a mesa. A cenoura, eficiente na proteção dos olhos e no rebaixamento do risco de ataques cardíacos, ganhará mais qualidade graças ao melhoramento genético realizado pela Embrapa Hortaliças. "Terá 50% a mais de alfacaroteno, luteína e betacaroteno, substância que se transforma em vitamina A", descreve o pesquisador Jairo Vieira. Longa e fina, batizada cenourete, ela chegará ao mercado no fim do ano. Da safra dos superalimentos já saiu o tomate São Vito, vermelho-vivo, repleto de licopeno e mais potente na defesa contra câncer de ovário e de próstata. Neste mês da Copa, será liberada para o consumo a brasileirinha, abóbora verde e amarela, com 25% a mais de carotenóides e condições funcionais superiores às de uma abóbora comum, que alivia cólicas intestinais.A explicação do geneticista Leonardo Boiteux, da Embrapa, para os avanços:"Em cada espécie de fruta ou hortaliça, existe uma variedade de genes que, ao longo da evolução, sofrem pequenas mutações, boas ou não. Nós as identificamos e fazemos cruzamentos dentro da própria espécie, tornando o alimento mais favorável". A experiência pode ocorrer ainda entre naturezas diferentes.

Por: Patrícia Zaidan, Vera Lígia Rangel e Silvia Regina

Continue lendo esta matéria em:
http://claudia.abril.com.br/edicoes/537/fechado/beleza_saude/conteudo_135480.shtml

25 março 2007

Sonambulismo sexual" intriga cientistas

LONDRES (Reuters) -
Pesquisadores tentam entender um raro distúrbio que faz as vítimas procurarem sexo enquanto estão dormindo, disse a revista New Scientist na quarta-feira.As pesquisas sobre esse "sonambulismo sexual" são dificultadas pelo fato de os pacientes, por constrangimento, não o relatarem, e os médicos tampouco terem o hábito de perguntar a respeito.Por enquanto não há cura para o distúrbio, que muitas vezes leva a dificuldades nos relacionamentos."Realmente me incomoda que eu não possa controlar isso", disse Lisa Mahoney à revista. "Assusta, porque não acho que tenha algo a ver com o parceiro. Não quero que esse problema idiota nos prejudique em longo prazo."
A maioria dos pesquisadores considera o caso uma variação do sonambulismo, embora os "sexonâmbulos" tendam a ficar na cama, ao invés de saírem andando.O sonambulismo atinge de 2 a 4 por cento dos adultos, enquanto o "sonambulismo sexual" supostamente não é tão comum, segundo Nik Trajanovic, pesquisador da clínica de sono e vigília do Hospital Western, de Toronto.
Mas uma pesquisa realizada em 2005 pela Internet junto a 219 pacientes concluiu que o problema é mais difundido do que os relatórios médicos fazem supor."A maior parte das vezes o sexo adormecido acontece entre pessoas que já são parceiras", disse Mark Pressman, especialista em sono do Hospital Lankenan, de Wynnewood, Pensilvânia, à New Scientist."Às vezes (os cônjuges dos pacientes) odeiam, às vezes toleram.
Em raras ocasiões você tem histórias de gente que gosta mais do que do sexo acordado", acrescentou.Como não há cura, a atenção a fatores desencadeadores -- como estresse ou privação do sono -- pode ajudar.
O psicólogo Michael Mangan, da Universidade de New Hampshire (EUA), criou um site para ajudar os pacientes -- www.sleepsex.org.
Já Trajanovic está desenvolvendo um procedimento para diagnosticar o "sonambulismo sexual" em processos judiciais nos quais o paciente é acusado de violação sexual.
(Por John Sinnott)

http://estilo.uol.com.br

Comunicação por meio de chips implantados no corpo

Comunicação por meio de chips implantados no corpo do usuário, identificador de pessoas na multidão, controle remoto para ajustar a casa de acordo com os gostos do morador. Assim será o seu celular.....

Eis um dia típico de um jovem profissional, daqui a 20 anos. De manhã, ele tem uma reunião de trabalho. Enquanto é apresentado às pessoas, uma câmera acoplada a seus óculos as fotografa e envia as imagens para uma central. Em segundos, ele passa a escutar, por um chip próximo ao ouvido, as informações sobre aqueles profissionais e as empresas para as quais trabalham.
Mais tarde, de volta do trabalho, atrasado para o jogo de futebol, ele não lembra onde pôs as chuteiras. Então ergue o pulso e ordena a um chip embutido na pele: "Encontre minhas chuteiras vermelhas". Em seguida, um sinal é emitido a todos os objetos da casa até que a chuteira emite um som.
No fim da noite, ele volta para casa exausto e faminto. Automaticamente, o computador central da casa informa à cozinha que, naquele horário, ele prefere peixe a carne. A banheira já o espera, há alguns minutos, com água na sua temperatura preferida.
O ar-condicionado já deixou seu quarto na temperatura ideal, e o televisor é ligado no canal de esportes. Tudo isso feito por um único aparelhinho: o telefone celular. Ou melhor, sua evolução.
Num futuro muito próximo, essa coisa que conhecemos hoje como celular vai permear todas as atividades do dia-a-dia. Eu disse atividades? O celular deve permear a nós próprios.
Quem quiser a versão do equipamento apenas para falar poderá tê-lo implantado sob a pele. Essa possibilidade é uma das aplicações esperadas pelos especialistas em segurança, que usariam o aparelho como um radar permanente de localização.
Mas quem vai querer um aparelho que só fala? Dentro dos laboratórios de tecnologias do futuro da IBM, os primeiros testes de ambientes e objetos com inteligência já acontecem.

http://revistagalileu.globo.com

Muito além da feijoada

Nova tecnologia permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos.....

Sempre associados a sujeira e falta de higiene, os porcos podem ser agora a mais nova fonte de energia alternativa, limpa e renovável. É que um grupo de cientistas do Centro de Pesquisas em Energias Alternativas e Renováveis (CPEAR), da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), acaba de desenvolver um novo processo que permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos sem liberação de gases poluentes. Além de oferecer uma opção a mais de acesso à energia, a técnica ajudará a reduzir a poluição de solos e mananciais, um problema cada vez mais grave no Sul do Brasil, onde a suinocultura é uma das principais atividades em pequenas e médias propriedades rurais.
O engenheiro João Luiz Alkaim, coordenador do CPEAR, conta que a geração de energia a partir de agentes poluentes já é realizada há muito tempo, por meio da combustão do gás metano liberado pelo lixo orgânico em decomposição. “A novidade é que agora não há queima”, explica. “O sistema extrai gás hidrogênio do dejeto suíno e, a partir desse hidrogênio, é possível construir uma célula combustível, espécie de bateria altamente eficiente.”
O Biogás-H, como é chamado o sistema, funciona em três etapas. Primeiro, os dejetos são lançados em um biodigestor anaeróbico, que decompõe a matéria orgânica digerível por bactérias e a transforma em biogás. O efluente que sobra desse processo pode ser usado para fins agrícolas, como adubo. A segunda etapa é a de limpeza do biogás. Dali sai o gás metano puro, que vai para um reformador, misturado a vapor d’água.
O reformador é o equipamento que extrai o gás hidrogênio, que poderá, finalmente, ser injetado em uma célula combustível. A célula combustível é capaz de gerar eletricidade a partir de uma reação química, usando como reagentes apenas hidrogênio e oxigênio. “Por ser muito eficiente e não emitir substâncias poluentes, será a fonte de energia do futuro”, prevê Alkaim.
Como subproduto, a célula gera água pura, que, misturada a sais minerais, se torna potável. Estaria aí a solução para um sério problema enfrentado em Santa Catarina. O estado detém o maior rebanho de porcos do país, com aproximadamente 4,5 milhões de cabeças (17% da população nacional de suínos).
Esse número parece ainda maior se correlacionado à pequena extensão territorial do estado, que ocupa apenas 1,12% do território brasileiro. Mas os órgãos ambientais consideram a suinocultura uma atividade potencialmente causadora de degradação do meio ambiente, por causa dos dejetos produzidos pelos animais.
O crescimento acelerado da atividade trouxe consigo a produção de grande quantidade de matéria fecal, que, por falta de tratamento adequado, se transformou na maior fonte poluidora dos mananciais de água nas áreas onde é praticada. Foi daí que surgiu a idéia de utilizar o dejeto suíno na produção de energia. “Além de reduzir a poluição, é possível, com o rebanho que temos, abastecer pequenas cidades com energia proveniente de células combustíveis”, diz o engenheiro.
Alkaim conta que a energia gerada pelos dejetos produzidos por um rebanho de mil suínos foi estipulada em 2,5 kW (quilowatts) por hora, em média – o suficiente para atender à demanda de uma escola ou três casas.
Ele conta ainda que o mesmo processo pode ser realizado com dejetos de outros animais. O projeto, que conta com a parceria da Eletrosul e da iniciativa privada, deve colocar o primeiro protótipo em funcionamento ainda neste semestre. “Em breve, será possível a produção em larga escala”, diz.
Célio Yano
Especial para Ciência Hoje On-line/ PR
19/03/2007
http://cienciahoje.uol.com.br

14 março 2007

Terapias que dão qualidade de vida

por Ana Holanda

Terapia Craniossacral - nervos sob controle
Por meio de toques na cabeça e na coluna, a terapia craniossacral promete regular o funcionamento do sistema nervoso e, por tabela, aumentar a imunidade e acabar com dores agudas e crônicas, além de dificuldades de aprendizado, exaustão física, ansiedade e stress. Tanta coisa assim, porque melhora o fluxo do liquor, "líquido que circula entre o cérebro e a medula espinhal e tem como principal função nutrir o sistema nervoso, além de varrer as toxinas", esclarece Aziza Noguchi, de São Paulo, que introduziu a terapia no Brasil. Você fica deitada no maior conforto, com a cabeça apoiada em almofadas, enquanto o terapeuta detecta as áreas que podem estar dificultando a circulação do liquor e pressiona os pontos-chave com os dedos ou a palma das mãos. Como os toques são suaves, não doem nada; pelo contrário, o efeito é relaxante. É indicada a pessoas de qualquer idade - até para recém-nascidos. Só quem teve aneurisma, hemorragia intracraniana e acidente vascular cerebral recentes deve evitar algumas manobras, que alteram a pressão no crânio. A sessão leva de uma hora a uma hora e meia, e os resultados podem ser sentidos logo na primeira sessão. "A duração de um tratamento varia conforme o caso, mas o ideal é fazer uma série de no mínimo dez sessões", esclarece Aziza.
Watsu - relax total
O nome é uma forma abreviada de water shiatsu (shiatsu na água, em inglês). A técnica pode ser descrita como uma massagem (shiatsu) feita com toques suaves dos dedos, associada a alongamento. Ou ainda como uma acupuntura sem agulhas, já que os pontos estimulados são os mesmos. Tudo isso enquanto você flutua gostosamente, amparada pelo terapeuta, numa piscina aquecida a cerca de 35 graus Celsius. "A sensação é mais ou menos a que um bebê experimenta dentro do útero", diz a fisioterapeuta Fernanda Zornoff, da Takeda, escola de natação, hidroterapia e watsu, em São Paulo. Assim, não é de admirar que o watsu - criado pelo americano Harold Dull, na década de 80 - ajude a reduzir o stress e a ansiedade e seja indicado como coadjuvante nos tratamentos de depressão e de problemas articulares e do sistema nervoso. Sem falar nos efeitos terapêuticos da água quente, que aumenta a dilatação dos vasos e reduz a tensão dos músculos. Uma sessão de uma hora já é suficiente para você sair inteiramente relaxada sem ter feito absolutamente nada, a não ser se deixar embalar pela água - é o terapeuta que executa lentamente todos os movimentos. E não se preocupe se tem dificuldade para boiar: flutuadores nas pernas farão você se sentir mais confortável e segura. Só não pode usar touca de borracha, porque aperta a cabeça. Mas quem se importa de molhar o cabelo quando se está calma, calmíssima, numa ótima?
Florais - bom humor em gotas
Já imaginou ter no armário do banheiro - ao lado de seus cremes hidratantes - um frasco contendo o antídoto para uma crise braba de ciúme? Ou o bálsamo capaz de domar sua ansiedade antes de uma entrevista de trabalho? Os florais ajudam você a lidar com os mais variados problemas. "Reduzem a raiva, a irritação e o stress e ainda despertam virtudes como a alegria, o entusiasmo pela vida e a coragem", afirma a paulista Cynthia Accioly Abu-Asseff, terapeuta floral há 12 anos. Em outras palavras, a energia das flores equilibra as emoções. Claro, não é qualquer flor. Só as silvestres - sem cultivo manipulado ou uso de agrotóxicos - colhidas no auge da florada e colocadas em recipientes com água. Essa água dá origem à essência floral mãe, cujas gotas são diluídas em brandy ou vinagre de maçã, que fazem as vezes de conservante. Como o sabor do vinagre não é agradável, seu uso fica restrito aos casos de intolerância ao álcool. Cada problema será tratado com um buquê (mistura de essências florais) específico, receitado pelo terapeuta durante determinado tempo. "Se você tomar quatro gotas, quatro vezes ao dia, em uma semana já vai sentir alguma melhora", garante Cynthia. Existem também fórmulas prontas, vendidas em casas de produtos naturais. Para relaxar, por exemplo, são indicados Soul Support, Floral do Alasca; e Emergency, Floral da Austrália. Para controlar raiva ou ciúme, Blue Elf Viola, Floral do Alasca; ou Holly, Floral de Bach (de Edward Bach, médico inglês, o primeiro a pesquisar o efeito terapêutico das flores, no final da década de 30). Se anda amargurada, se achando uma vítima do destino, Willow, Floral do Alasca. Em casos de instabilidade emocional e energias negativas, Pink Yarrow, Floral da Califórnia. No site http://www.essenciasflorais.com.br/ você encontra informações sobre cursos e pode comprar de qualquer parte do Brasil.
Eutonia - corpo e mente em alerta
Desde que o mundo é mundo, a gente anda, senta, dança e se exercita de forma automática. Pois a eutonia, desenvolvida pela alemã Gerda Alexander a partir da década de 40, nos leva a prestar atenção no jeito como fazemos tudo isso - para começar a fazer direito. O conceito é simples: quanto mais consciência temos do nosso corpo e de seus limites, mais fácil aliviar as tensões e prevenir lesões e problemas nas articulações. A prática também não tem segredo: exercícios de percepção dos ossos, da pele, dos músculos e dos órgãos internos em aulas que podem ser individuais ou em grupo. Os alunos aprendem a se conhecer física e emocionalmente e a liberar tensões. Às vezes, com a surpreendente ajuda de bambus, bolinhas, almofadas ou castanhas; outras, com toques de massagem e interação entre colegas. "Mais do que uma técnica, é um processo de ampliação da consciência", explica Neta Novaes, eutonista e terapeuta corporal, de São Paulo. Resultado: nunca mais você vai sentar ou andar como uma autômata. Com isso, o corpo ganha tônus e quem sofre de stress, insônia, dores musculares e até de reumatismo e artrite se beneficia. Já dá para perceber o corpo mais relaxado a partir da primeira sessão, mas em geral recomenda-se uma série de dez. Não há contra-indicações. A eutonia favorece, inclusive, as gestantes, permitindo um melhor trabalho de parto", afirma Neta Novaes.

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